quarta-feira, dezembro 31, 2008

CONCLUSÕES A RETIRAR SOBRE ESTE ESPAÇO

CAROS COMPANHEIROS

Numa altura em que se vive numa tremenda incerteza sobre o futuro da sociedade em que vivemos, e refiro sociedade a todos os niveis, não posso de tecer alguns comentários sobre o ano que agora está terminar.

Os comentários que vou tecer não é sobre a sociedade na sua globalidade.

O comentário que vou fazer, e o qual me deixa triste e decepcionado com alguns visitantes é o seguinte: não consigo visualizar homens e mulheres sem a honestidade intelectual para não se assumirem, sejam quais sejam as suas ideias, ideias politicos, sociais, económicos, etc, não consigo entender o "ANÒNIMO", e neste local não haverá mais espaço para COMENTÁRIOS ANÓNIMOS.

EU NÃO PEÇO NADA DE ESPECIAL A NINGUEM, OBVIAMENTE, QUE GOSTO, QUE ME DÁ PRAZER SABER QUE EXISTEM PESSOAS QUE PASSAM POR "ESTE PORTUGAL", MAS O OBJECTIVO É QUE SEJA UM ESPAÇO INTERACTIVO, LEAL, JUSTO E HONESTO.

GOSTAVA QUE PARTILHASSEM AS VOSSAS IDEIAS, A VOSSA EXPERIENCIA O VOSSO SABER, INFELIZMENTE ISSO NÃO TEM ACONTECIDO, ASSIM VEJO NA OBRIGAÇÃO DE PROCEDER A ALGUMAS ALTERAÇÕES QUE ME PARECEM CRIAR MAIS CREDEBILIDADE PARA TODOS NÓS E PARA ESTE ESPAÇO EM PARTICULAR.

ASSIM, APENAS QUERO DESEJAR UM EXCELENTE 2009, QUE TENHAMOS SAÚDE, FORÇA, CORAGEM E MUITA DETERMINAÇÃO PARA LUTAR POR UM MUNDO MELHOR.

FELIZ ANO NOVO - VIVA 2009 !!

sábado, novembro 29, 2008

Conselho de Ministros - 27 de Novembro de 2008

Conselho de Ministros - 27 de Novembro de 2008 - MM 28/11/2008 -
Decreto-Lei que procede à reorganização judiciária das comarcas piloto do Alentejo Litoral, Baixo Vouga e Grande Lisboa Noroeste, dando concretização ao disposto nos n.ºs 2 e 3 do artigo 171.º da Lei n.º 52/2008 de 28 de Agosto (Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais – LOFTJ)

Este Decreto-Lei vem concretizar a nova Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais (LOFTJ), criando, assim, as condições para que, em 14 de Abril de 2009, sejam instalados e possam iniciar o seu funcionamento, as três comarcas piloto da reforma do mapa judiciário: Alentejo Litoral, Baixo Vouga e Grande Lisboa Noroeste.

Em todas as comarcas piloto foram cumpridas as linhas fundamentais da reforma do mapa judiciário: (i) uma resposta judicial num nível médio de especialização que esteja, simultaneamente, próxima das populações, em especial no que respeita à média e pequena criminalidade e à média e pequena litigância; e (ii) uma resposta judicial com um elevado índice de especialização centralizada nos grandes centros populacionais.[...]

quinta-feira, novembro 27, 2008

Justiça 2008-11-27 00:05

Justiça 2008-11-27 00:05

Maria José Morgado quer grupo de elite para combater crime económicoMaria José Morgado diz que é preciso maior especialização para quem ataca crime económico.
Susana Represas com LusaMaria José Morgado defende a criação de “um pequeno grupo de elite que se especialize e actualize permanentemente” no combate ao crime económico. A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP), por onde passam alguns dos processos de crime económico mais complexos, diz ainda, respondendo ao Diário Económico, que “é essencial que o grupo tenha parcerias internacionais e acompanhe o que se faz nos outros países”.
Numa altura em que a criminalidade económico-financeira voltou ao topo da actualidade, com a detenção do ex-presidente do BPN, José Oliveira e Costa, são vários os magistrados que reclamam uma maior especialização por parte dos responsáveis pela investigação destes crimes em Portugal.
A directora da Procuradoria-geral Distrital de Lisboa reconhece que “os magistrados são preparados para lidar com todo o tipo de crime, mas estão mais preparados para trabalhar com o crime comum e, eventualmente, menos preparados para trabalhar com o crime de colarinho branco”. Em declarações ao Diário Económico, Francisca Van Dunem lembra que são casos de elevada “tecnicidade” os que lidam com as áreas “financeiras, fiscal e imobiliária”.
A responsável pela coordenação do Ministério Público no distrito judicial de Lisboa, sustenta que se “temos uma boa preparação e um bom apetrechamento no combate a outro nível de crime, é indiscutível que para estes crimes, as autoridades de investigação têm capacidades mais reduzidas”.
Mas para a procuradora a repressão desta criminalidade também assume contornos delicados: “Há aqui um factor importante, quando se lida com o crime da rua, lidamos com aquilo a que se chama de marginalidade, quando se lida com o crime de colarinho branco está-se a lidar com um segmento que é o segmento da normalidade”.
De facto, Oliveira e Costa é o primeiro banqueiro português apanhado pelas malhas da justiça, e está preso pela alegada prática dos mais graves crimes económicos: branqueamento de capitais, burla agravada, fraude fiscal.
Van Dunem não acha que exista uma presunção de inocência em relação a quem ocupa estes cargos, mas tendo em conta o poder social e económico de quem lidera o sector financeiro, “não se espera que cometam crimes”.
Daí que, cada vez que se torna público um caso que envolva um ‘colarinho branco’ “há um choque”. Cândida Almeida, que tem em mãos alguns dos casos mais mediáticos de crime-económico - Operação Furacão, caso Portucale e Freeport - também não se cansa de alertar para a necessidade de investir mais no combate a este crime. Até porque, tal como insistiu em declarações recentes ao Diário Económico, “corrupção e burla, são crimes muito difíceis de provar”.
Fim do segredo de justiça volta a ser criticadoMaria José Morgado, um dos rostos mais visíveis do combate à criminalidade económica, voltou a alertar para as dificuldades na investigação destes crimes.
A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP) esteve esta semana num debate organizado pela Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (Sedes), sobre corrupção.
Morgado destacou a “sobreposição de dados”, a diminuição dos prazos do segredo de justiça e a legislação “dispersa”, como os “constrangimentos à investigação destes crimes complexos.
Dificuldades, disse, que “não servem a prevenção nem a investigação”. Desde logo porque a sobreposição de dados do Ministério Público, dos tribunais e da Polícia Judiciária, “são dados inertes que não servem para nada”, frisou.
Como alternativa a esta gestão dos dados, a procuradora-geral adjunta defendeu o “cruzamento” de informação “para detectar os comportamentos anómalos por trás dos quais se encontram crimes como fraudes”.
Quando aos novos prazos para o Ministério Público investigar em segredo, Maria José Morgado diz, apenas, que “este regime não durará muito tempo”. A legislação dispersa também é um obstáculo e a magistrada insiste que o quadro legal para estes crimes “não é dissuasor” e, quem o pratica, “não sente o risco de ser condenada”.
Os casos - A Operação Furacão investiga esquemas de branqueamento de capitais com recurso a sociedades ‘offshore’ e falsificação de documentos. O processo está no DCIAP e já tem mais de 200 arguidos.- O DCIAP também está a investigar o caso da compra de dois submarinos enquanto Paulo Portas foi ministro da Defesa.
Estão em causa suspeitas sobre o paradeiro de 30 milhões de euros que terão sido utilizados para pagar comissões.- As alegadas irregularidades no BCP, durante a administração de Jardim Gonçalves, também estão a ser investigadas pelo DIAP. Em causa, a utilização de ‘offshores’ para compra de acções próprias. - Os casos de alegada corrupção na câmara de
- A Operação Furacão investiga esquemas de branqueamento de capitais com recurso a sociedades ‘offshore’ e falsificação de documentos. O processo está no DCIAP e já tem mais de 200 arguidos.
- O DCIAP também está a investigar o caso da compra de dois submarinos enquanto Paulo Portas foi ministro da Defesa. Estão em causa suspeitas sobre o paradeiro de 30 milhões de euros que terão sido utilizados para pagar comissões.
- As alegadas irregularidades no BCP, durante a administração de Jardim Gonçalves, também estão a ser investigadas pelo DIAP. Em causa, a utilização de ‘offshores’ para compra de acções próprias.
- Os casos de alegada corrupção na câmara de Lisboa estão nas mãos do DIAP, mas os processos mais mediáticos ainda não chegaram a tribunal.

Faltam meios para controlar inquéritos


Maria José Morgado encomendou um estudo à Agência para a Modernização Administrativa, do Governo, sobre o DIAP de Lisboa. Falta de espaço, sistema informático precário e desmotivação dos funcionários são algumas das falhas apontadas.

“Quando a queixa é apresentada pelo denunciante, não é possível prever um prazo para o fim do inquérito.” A conclusão é dada pelo relatório “Diagnóstico e Reformulação do DIAP de Lisboa”, a que o DN teve acesso.
“O controlo de prazos é dificultado uma vez que não existe nenhum mecanismo de controlo de prazos eficiente”, denuncia o documento.
O estudo foi encomendado por Maria José Morgado, e é da responsabilidade da Agência para a Modernização Administrativa, órgão afecto à Presidência do Conselho de Ministros.
Este pode ser o primeiro passo para a reforma da organização do Ministério Público que está a ser preparada pelo Procurador-geral da República. Contactado pelo DN, o gabinete de Pinto Monteiro assume que essa reforma está em curso mas que, por agora, não quer prestar mais comentários.
Como se esperava, o panorama não é animador. O relatório assume desde logo que a falta de comunicação directa entre o Instituto de Medicina Legal e as entidades hospitalares provoca a dilatação do período de investigação dos processos. Isto porque acaba por ser o DIAP de Lisboa que “perde” tempo a servir de intermediário entre as duas entidades.
Segurança física dos magistrados posta em causa, falta de controlo na entrada de pessoas nos edifícios, falta de condições para as inquirições - que muitas vezes leva a que as vítimas de abusos sexuais, incluindo crianças, sejam obrigadas a testemunhar num espaço onde circulam outros funcionários e visitantes - são algumas das falhas apontadas.
Mas o grupo de trabalho apresenta uma solução: aumento dos recursos humanos. É que à falta de pessoal junta-se um elevado nível de faltas ao trabalho dos funcionários.
A desmotivação dos funcionários é uma realidade e daí o elevado absentismo”, pode ler-se no documento. Resultado dos métodos de trabalho complexos e manuais, regista-se também um aumento do “erro humano e perdas de documentos”.
Outra das falhas apontadas, mais do que uma vez, é o eterno problema dos meios informáticos. Sendo o DIAP a entidade que articula a comunicação entre os vários órgãos de polícia criminal, seria expectável um mecanismo de comunicação imediata.
Porém, “verifica-se que os sistemas informáticos e os manuais não estão articulados de forma eficiente e eficaz”.
E o sistema informático, o que existe, não é sequer explorado na sua potencialidade máxima, uma vez que a informação não é inserida, por completo, na fase inicial.Para isso, o relatório assume a necessidade de uma desmaterialização dos inquéritos.
Inquirições sem privacidade
As inquirições são realizadas nas próprias secções, não havendo condições ou privacidade para esta actividade”. A existência de dois edifícios provoca constrangimentos na organização do DIAP de Lisboa.
Muitas das vezes, os queixosos de crimes contra a integridade física, como ocaso de violência doméstica ou mesmo de abusos sexual de menores, são ouvidos numa sala onde circulam outros funcionários do DIAP. O que causa constrangimentos nos depoimentos.

As mudanças propostas pelo relatório
Criação de índice por processo de inquérito criminal, organizado por facto, de forma cronológica.
• Inserção de informação no sistema informático, a montante, com informação completa da queixa.
• Aumento dos recursos humanos para atendimento presencial.
• Criação de grupo de intervenção para o arquivo.
• Criação de salas de audiência com condições adequadas especialmente para menores, no âmbito de abusos sexuais.
• Integração do Sistema Informático do DIAP com queixa electrónica.
• Criação de open spaces nas secções com maior número de funcionários.
Futura estrutura passa de 15 para 7 secções de processos
Especialização é a palavra de ordem nesta proposta de reestruturação do DIAP de Lisboa. Por isso, e segundo a proposta apresentada pelo relatório, as actuais 15 secções passam para uma estrutura onde é criada uma secção “generalista”, denominada de secção de processos genéricos que vai abarcar as actuais 7ª,10ª,11ª e 12ª.
A juntar a essa secção generalista, surgem seis especializadas.Dessas seis, a 1ª secção não muda de competência.
Da 2.ª à 4ª passam a estar incluídos os vários tipos de crimes desde os crimes económicos e financeiros aos homicídios e negligência médica.
Na 5ª secção - que corresponde às actuais 4ª e 10 ª - passam a estar incluídas as investigações dos crimes cometidos contra e praticados por agentes de autoridade e os crimes estritamente militares e cometidos dentro das unidades militares.
A 6ª secção, que corresponde à actual 13ª, terá a competência dos inquéritos simplificados e alguns homicídios específicos.
Esta proposta inclui ainda a criação de uma Central de Notificações, uma equipa de Competitive Intelligence e um Contact Center.
A Central de Notificações é atribuído o expediente relativo a óbitos, crimes cometidos por agentes desconhecidos, expediente relativo às restantes secções e a emissão de certidões.
A equipa de Competitive Intelligence vai ser composta por um grupo de magistrados técnicos de Justiça. Na dependência directa da direcção do DIAP de Lisboa, terá como responsabilidade fazer uma análise da evolução criminal e criar novos métodos de investigação criminal.
Orientar os métodos de investigação do DIAP de Lisboa e manter a actualização permanente a novos métodos de trabalho assim como antecipar eventuais fenómenos de índole criminal são algumas das competências desta nova equipa.
Já o Contact Center terá como competência o atendimento telefónico do DIAP de Lisboa e esclarecimento de dúvidas sobre processos de inquérito.
Objectivo?
Reduzir o tempo no esclarecimento de dúvidas em cada uma das secções.

Maria José Morgado diz que «actual sistema não combate a corrupção económica»

A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal considera que os prazos mais curtos do segredo de Justiça são um dos entraves à investigação. Maria José Morgado entende que deste modo o sistema não consegue combater a corrupção económica.

A magistrada esteve, na terça-feira, presente numa conferência sobre corrupção no âmbito dos crimes económicos, onde garantiu que são necessárias várias mudanças no actual sistema para conseguir combater a criminalidade económica.

Maria José Morgado considera que neste tipo de criminalidade é fundamental ter um sistema eficaz de «cruzamento de dados e informação para detectar comportamentos anómalos», sob pena de serem conhecidos demasiado tarde ou mesmo nunca.

A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal acrescentou ainda que o actual sistema põe em causa o Estado de direito, caso o sistema repressivo não seja aceite para combater a corrupção e garante que este sistema tem os dias contados.

«Com este regime do código do Processo Penal não é possível investigar com êxito a criminalidade altamente organizada, nomeadamente no crime económico», justifica a magistrada.

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Portugal

DIAP de Lisboa tem várias falhas


A Agência para a Modernização Administrativa considera que o DIAP de Lisboa tem diversos problemas.
Segundo o Diário de Notícias, entre as falhas apontadas neste relatório pedido por Maria José Morgado estão a segurança dos magistrados e a falta de condições para as inquirições.

A Agência para a Modernização Administrativa apontou diversas falhas no funcionamento do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, noticiou o Diário de Notícias.

Num relatório pedido pela magistrada Maria José Morgado, esta agência assinalou problemas ao nível da segurança dos magistrados, uma vez que não controlo na entrada de pessoas nos edifícios do DIAP.

A falta de condições para as inquirições é outro dos problemas apontados, já que, em muitos casos, as vítimas de abusos sexuais, incluindo crianças, são obrigadas a testemunhar num espaço em circulam outros funcionários e visitantes do departamento.

Este documento fala ainda na existência de um sistema informático deficiente que serve este departamento, uma situação que é grave, uma vez que compete ao DIAP articular a comunicação entre os diversos órgãos de polícia criminal.

O absentismo, adicionado à desmotivação que reina em alguns funcionários do departamento, aumenta o erro humano no DIAP e à perda de documentos, adianta este relatório, citado pelo Diário de Notícias.

O relatório, que defende que a estrutura passe de 15 para sete secções de processos, alerta ainda para as falhas de comunicação entre o Instituto de Medicina Legal e as entidades hospitalares.

Esta situação ajuda a aumentar o tempo de investigação de processos, uma vez que é o DIAP que tem de servir de intermediário entre as duas estruturas.

O documento sugere ainda que uma forma de combater os problemas existentes no DIAP passa pela aposta no aumento dos recursos humanos.

quarta-feira, novembro 26, 2008

Oficiais de justiça alertam para risco de prescrição



O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) exigiu esta quarta-feira mais formação e melhores condições de trabalho para os funcionários dos tribunais e alertou para o risco de prescrição de vários processos crime «por falta de quadros», noticia a Lusa.

«As condições de trabalho são efectivamente importantes e é aqui que nós entendemos que devemos focalizar a nossa acção; compreendemos o estado que o país atravessa, por isso as nossas exigências passam por mais formação e melhores condições de trabalho», disse o presidente do SOJ, Carlos Almeida, em conferência de imprensa.

De acordo com Carlos Almeida, a formação «deve ser valorizada» de modo a que «pudesse ser considerado como requisito de ingresso uma licenciatura».

O presidente do SOJ frisou que oficiais de justiça e magistrados são, neste momento, vítimas de «uma lógica de funil».

Falta de 1200 funcionários
Nas contas de Carlos Almeida faltam actualmente 1.200 funcionários judiciais e o Ministério da Justiça é alvo de crítica por «apostar nas movimentações feitas ao abrigo de uma discricionariedade que é legítima, mas destituída de critérios objectivos».
O presidente do SOJ estabeleceu um paralelismo entre o número de funcionários e o número de polícias que, segundo o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ingressarão no próximo ano nas forças de segurança.
«Hoje em dia é referenciada a falta de polícias quando, quase à pressa, há uma promessa de que entrarão mais polícias e temos que perceber o seguinte: entrando mais polícias vão, efectivamente, obter mais resultados e obviamente serão mais processos, mas quando esses processos entrarem nos tribunais não estarão lá os oficiais de justiça e os magistrados para lhes darem resposta», alertou.
«Estamos numa lógica do imediato e daqui a cinco, seis anos, vamos obviamente ter situações às quais os tribunais não poderão dar uma resposta», acrescentou.
Carlos Almeida afirmou que «a médio prazo se perspectiva o aumento do número de processos prescritos».

PORTUGAL DIÁRIO 24.09.2008

terça-feira, novembro 25, 2008



Ministério Público: Novo mapa judiciário obrigará a adaptação dos DIAP e a "equacionar problemas" - PGR
21 de Novembro de 2008, 14:46

Lisboa, 21 Nov (Lusa) - O Procurador-Geral da República (PGR) defendeu hoje que os Departamentos de Investigação e Acção Penal (DIAP) terão de se adaptar às modificações impostas pelo novo mapa judiciário, sendo necessário "equacionar os problemas que advirão".

"O novo mapa judiciário irá provocar alterações, designadamente na organização dos Departamentos de Investigação e Acção Penal. É necessário equacionar os problemas que advirão e as modificações que se impõem para, tempestivamente, se proceder às alterações necessárias", disse hoje o PGR, Pinto Monteiro.

O PGR falava, em Lisboa, durante a cerimónia de posse da nova directora do DIAP do Porto, a procuradora-geral adjunta Maria do Céu Oliveira de Sousa, não tendo, no entanto, especificado a que problemas e modificações se referia.

O Governo decidiu testar o novo mapa judiciário - que levará a uma reorganização dos tribunais - a partir de 05 de Janeiro próximo em três comarcas-piloto: Baixo Vouga, Grande Lisboa Noroeste e Alentejo Litoral.

Pinto Monteiro defendeu, por outro lado, a necessidade de os magistrados que procedem às investigações acompanharem os casos em julgamento.

"São esses magistrados que, obviamente, estão mais preparados para em julgamento tomarem as posições mais esclarecidas e correctas, já que são eles quem melhor conhece o processo", sustentou.

Para Pinto Monteiro, "é preciso colocar nos lugares certos os magistrados certos, procurando evitar-se situações de clara inaptidão para lugares que se ocupam não por vocação ou qualificação, mas tão somente por uma comodidade que os regulamentos não permitem alterar", sendo necessário "distinguir entre o mérito e o demérito, premiando uns e censurando outros".
"É necessário colocar o Ministério Público ao serviço dos cidadãos e não de outros interesses", declarou.

Durante a sua intervenção, Pinto Monteiro defendeu que, se a criminalidade violenta e complexa constitui o núcleo duro de investigação do DIAP, a pequena criminalidade não deve ser esquecida, sob pena de um aumento do sentimento de insegurança e de impunidade.

"O fim das bolsas de impunidade que alguns teimam em, directa ou indirectamente, defender, deve constituir uma das prioridades do Ministério Público", sublinhou Pinto Monteiro.

"Todo o crime deve ser investigado", declarou o PGR, que acrescentou que "um crime é sempre um crime, independentemente da punição que a lei lhe der".

No final do discurso, Pinto Monteiro elogiou a procuradora que hoje tomou posse, referindo-se a Maria do Céu Oliveira Sousa como uma "magistrada dialogante e de elevada qualidade".

Maria do Céu Oliveira Sousa vai substituir Hortênsia Calçada na direcção do DIAP do Porto.

No jantar de despedida do cargo, ocorrido há dias, Hortênsia Calçada destacou a "equipa fabulosa e extraordinária" com quem trabalhou, tendo ainda dito que sai levando "muita saudade".

Quanto ao mal-estar provocado pela nomeação de uma equipa do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), dirigida pela procuradora Helena Fazenda, para a investigação dos crimes associados à noite do Porto, no processo "Noite Branca", Hortênsia Calçada sustentou não "guardar mágoa", tendo ficado "tudo resolvido".

A 07 de Outubro, Pinto Monteiro propôs para o DIAP do Porto a procuradora-geral adjunta Maria do Céu Beato Oliveira de Sousa, tendo sido aprovado o seu nome por unanimidade.

IMA/LYL/JGJ.
Lusa/fim

segunda-feira, novembro 24, 2008

Procurador para inquérito e julgamento reúne consenso

PATRÍCIA JESUS LEONARDO NEGRAO-ARQUIVI DN
PGR defende que magistrado acompanhe
processo até ao final.

O Procurador-geral da República (PGR) quer que os procuradores que lideram as investigações acompanhem os casos em julgamento, sobretudo nos casos complexos - uma medida que recolhe consenso na classe.
Na tomada de posse da directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto, Pinto Monteiro defendeu que os procuradores que participam na fase de inquérito "estão mais preparados para em julgamento tomarem as posições mais esclarecidas", já que conhecem melhor o processo.
O advogado João Correia, membro do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), considera que esta medida "responsabiliza quem vai a tribunal pelo que fez e pelo que não fez durante a investigação", acrescentado que vai funcionar como "um estímulo à própria" advocacia."
É bom que haja boas acusações para haver boas defesas. Só os melhores irão a tribunal e isso é salutar para todos e sobretudo para o cidadão", conclui. "Não ser o mesmo procurador é entregar logo de bandeja 25% do processo à defesa", diz o juiz desembargador Eurico Reis. "É impossível pôr todos os pormenores no processo e o procurador que vai fazer a acusação fica desarmado frente à defesa".
Para o juiz desembargador não existe nenhuma razão lógica para esta medida não ter acontecido há mais tempo, a razão que existe é ideológica. Por isso, Eurico Reis prevê que o Procurador-geral encontre "obstáculos enormes".António Cluny, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) acrescenta que acompanhar todo o processo permitirá aos procuradores usar a experiência de julgamentos anteriores para melhorar a investigação e construir casos mais sólidos.
Por isso, "é preciso que isso seja a norma" e não a excepção à regra, defende. Para o presidente do SMMP, a divisão entre investigação e julgamento acontece porque "a estrutura organizativa do MP está assente na divisão entre as fases processuais" - "um erro que tem produzido insucessos".
O procurador-geral adjunto Euclides Dâmaso revela que o DIAP de Coimbra já aplicou este modelo em quatro casos, mas considera que "não há condições" para aplicá-lo sistematicamente, devendo ser reservado aos casos mais complexos. Cluny diz também que o CSMP tem "a capacidade de, através de regulamentação, ir introduzindo essas experiências".
João Correia, que é também vogal do CSMP, reconhece que aplicar esta medida implica uma reorganização da estrutura interna de uma parte do MP e que o Conselho "terá uma fortíssima palavra a dizer". "Vai ter de absorver rapidamente [as palavras do PGR] porque estas não podem cair no vazio".
Para Euclides Dâmaso, o papel do CSMP passa sobretudo pela gestão de meios, já que esta medida implicará o recrutamento de pessoas com experiência e vocação em número adequado.

terça-feira, novembro 11, 2008

Justiça já gastou 8 milhões em edifícios vazios


Rendas pagas em quatro meses equivalem
ao custo anual dos 25 organismos a transferir
2008-11-06
CLARA VASCONCELOS e PAULO MARTINS, in JN

Seis meses depois, segundo apurou o JN, os custos ultrapassam os oito milhões de euros.A transferência dos serviços só começa este mês e, segundo garantiu ao JN fonte do Ministério da Justiça, em Dezembro haverá apenas dois organismos instalados nos edifícios do Parque das Nações, propriedade da Norfin: a Direcção-Geral da Administração da Justiça e o Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça.

Ao longo do primeiro semestre do próximo ano serão transferidos os restantes 23 organismos, na sua maioria tribunais (o da Boa Hora incluído), conservatórias e Registos e Notariado.

O contrato entre o Ministério da Justiça (MJ) e a Norfin foi celebrado em Junho e terá sido acordado o pagamento de uma renda mensal de 1568 mil euros para utilização dos nove edifícios do chamado Office Park. Nesse primeiro mês, o MJ pagou dois milhões de euros, o que, segundo fonte do gabinete de imprensa, terá correspondido ao mês de renda e ao mês de caução, previsto em qualquer contrato de arrendamento.
No mês seguinte, foram pagos mais dois milhões de euros. E a partir daí, o milhão mensal contratualizado. Em Setembro, apurou o JN, a verba ascendia já aos seis milhões. Se se manteve o pagamento mensal de cerca de um milhão, então, nesta altura, o MJ terá já gasto mais oito milhões de euros.

Contactado pelo JN, o Ministério da Jutiça não apresentou justificações satisfatórias para este segundo pagamento de dois milhões de euros. O gabinete de imprensa refere a caução paga no primeiro mês e um atraso na apresentação das facturas por parte da empresa, que obrigaria ao pagamento a dobrar do valor mensal do arrendamento no segundo mês.
Isso, porém, totalizaria cinco milhões de euros em quatro meses e não os seis milhões que o JN sabe que foram pagos entre Junho e Setembro. O Ministério diz também que foram suportadas obras de adaptação dos edifícios, mas não quantifica, afirmando que as mesmas estão diluídas nos pagamentos das rendas.

Apesar da insistência, o Ministério não disponibilizou o contrato com a Norfin, onde todas estas questões poderiam estar esclarecidas. Bem como o prazo estabelecido para entrega dos edifícios. Informação fundamental, uma vez que esse foi um dos critérios que levou à escolha daquele local e não de outros.

A Deloitte, empresa que procedeu ao estudo das vantagens e desvantagens dos locais possíveis para instalação do campus da justiça de Lisboa, aponta o facto de se tratar de edifícios já construídos ("chave-na-mão") como uma das oportunidades do Office Park, ao contrário das alternativas cujo prazo de conclusão seria mais alargado.
A localização e acessibilidades, bem como as características do próprio espaço são outras das vantagens referidas. No novo Campus da Justiça haverá, segundo o estudo da Deloitte, mais salas de audiências e salas de espera para testemunhas, o que não acontece na maioria dos tribunais que para ali vão ser transferidos.
Haverá também uma sala de alta segurança e um posto da polícia, como actualmente no tribunal da Boa Hora. Apesar dos 12, 5 milhões de euros que o Estado vai pagar por ano (quase o dobro do que paga actualmente), haverá poupanças da ordem dos 15% nos custos de funcionamento.

Em quatro meses meses, o Governo gastou mais seis milhões de euros com o futuro Campus de Justiça de Lisboa. Praticamente o mesmo que gasta, por ano (6,8 milhões) com os 25 organismos que ali pretende instalar .

quinta-feira, outubro 30, 2008

Justiça: Novo Código Processo Penal protege excessivamente o arguido - Pinto Monteiro


30 de Outubro de 2008, 00:45
Lisboa, 30 Out (Lusa) - O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, insistiu quarta-feira à noite que o novo Código do Processo Penal aponta "uma excessiva protecção do arguido", esquecendo as vítimas, ao "empatar" os processos judiciais e "dificultar" a prisão preventiva.
"Há uma excessiva protecção do arguido e está-se a esquecer as vítimas", declarou Pinto Monteiro, referindo-se ao novo Código do Processo Penal que, sustentou, prevê uma "série de medidas que permitem empatar o processo e dificultam a prisão preventiva".
O procurador-geral da República falava, em Lisboa, no VII Seminário do
Grupo de Gestão Pública da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social/Sedes, subordinado ao tema "Ministério Público: A Função e os Desafios de 'Advogado da Comunidade'".
Os novos Código do Processo Penal e Código Penal entraram em vigor a 15 de Setembro de 2007. O seu acompanhamento está a ser efectuado pelo Observatório da Justiça, coordenado por Boaventura Sousa Santos.
Na sua intervenção, que evocou a actuação do Ministério Público, Pinto Monteiro voltou a reconhecer a falta de especialização dos magistrados nas "acções de defesa pública" em áreas como a Saúde, Ambiente ou Urbanismo.
"Não temos magistrados do Ministério Público especializados. Impõe-se uma especialização", frisou, acrescentando que o estatuto do Ministério Público "vai ser revisto".
Pinto Monteiro reiterou a necessidade de a Justiça ser "mais transparente para que os cidadãos acreditem nela".
"Os tribunais não funcionam bem mas não funcionam tão mal como se diz", defendeu, quando questionado pela audiência sobre a falta de confiança popular no sistema judicial.

O procurador-geral da República salientou também que o Ministério Público, que coordena, "é cobiçado pela maioria" dos outros países, justificando que "em Portugal existe uma autonomia real" da Procuradoria-Geral da República relativamente ao poder político.
ER.
Lusa/Fim

terça-feira, outubro 28, 2008

MP/Lisboa: mais 21 por cento de inquéritos

Foram 166.900, contra os 137.976 registados em igual período do ano passado

O Distrito Judicial de Lisboa registou, no terceiro trimestre deste ano, um acumulado de 166.900 inquéritos iniciados, número superior aos 137.976 registados em igual período do ano transacto, indicou a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Os 188.900 inquéritos iniciados repartem-se pelo primeiro trimestre (49.174), segundo trimestre (56.384) e terceiro trimestre (61.369).

Em igual período do ano passado, o acumulado fora de 137.976 inquéritos: 51.520 inquéritos no primeiro trimestre, 43.794 no segundo trimestre e 42.662 no terceiro trimestre.

«No conjunto dos primeiros nove meses, 2008 mostra-se bastante superior, em entradas, a 2007, ou seja, mais 28.924 novos processos do que em 2007, isto é, um acréscimo de 21 por cento», assinala a PGDL.

Segundo a PGDL, a criminalidade contra o património continua a liderar os inquéritos iniciados, já que totaliza 96.930 dos novos inquéritos, ou seja, 58,1 por cento do total dos inquéritos entrados nos três trimestres.

Os demais segmentos criminais, no seu conjunto - crimes contra as pessoas, contra a vida em sociedade, contra o Estado, crimes de emissão de cheques sem provisão, de tráfico de estupefacientes e outros crimes -, totalizaram 69.970 novos inquéritos.

No ano passado, em igual período, foram 64.576.

http://diario.iol.pt/sociedade/mp-lisboa-inqueritos-crimes-pgr/1006707-4071.html

sábado, outubro 18, 2008


A Bilderberg & Portugueses na Bilderberg


Texto retirado do extinto site PTNSA Sociedade Bilderberg, é um grupo americano que existe há longos anos, pouco ou nada se tem falado desta 'sociedade secreta', e muitos desconhecem a sua existência ou os seus objectivos. Este grupo sionista leva a cabo uma conspiração antidemocrática, um plano oculto de dominação mundial. Este grupo conta nas suas fileiras, Presidentes, Famílias Reais, ministros, industriais e executivos de sucesso, jornalistas, directores de estações de TV, jornais etc.


A primeira conferência da Bilderberg realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, conferências. A Bilderberg todos os anos preocupa-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas conferências.Nestas conferências são discutidos diversos assuntos desde política a economia entre outros.

Após analisarmos os participantes destes encontros, chegamos à conclusão que nós, povo, não passamos de peças, facilmente manipuladas por estes “grandes” senhores. Considerando como exemplo a última “luta”, durante as legislativas, entre PS e PSD que serviu, e serve, para ridicularizar o povo português.

Imaginem o que se passa nos bastidores, as ricas gargalhadas que não se dão nessas reuniões à “nossa” custa. Vivemos portanto numa ditadura “invisível”, onde as nossas escolhas são limitadas a uma só “força”/”poder” com dois ou três nomes diferentes, de modo a nos iludir.Podemos tomar como outro exemplo, Pinto Balsemão, que controla jornais, empresas de publicidade e recentemente uma estação de TV.

Este senhor é convidado assíduo da Bilderberg, pelo menos desde 1988, podemos fazer uma pequena ideia de como a “nossa opinião” é controlada através desta força oculta, quem não vê TV para saber as últimas notícias nacionais e internacionais?

Quem não compra o seu jornal de manhã para saber o que se passa ao seu redor?

A maioria das pessoas não tem noção que a informação que lhes chega todos os dias através da comunicação social, que jamais é posta em causa a sua veracidade, é um excerto dos factos reais um QB de ficção.

Conferência Bilderberg em Portugal, 1999

No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma conferência da Bilderberg. Entre os participantes desta 47º conferência estavam dez portugueses, sendo Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Murteira Nabo, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral.

De acordo com algumas fontes, a Bilderberg pagou milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros da Bilderberg é algo que nunca falta.

De acordo com o Jornal de Notícias havia ordens para abater qualquer “intruso” que fosse apanhado ou oferecesse resistência.

A Bilderberg também exigiu que o hotel no qual se ia realizar a conferência fosse fechado 48 horas antes desta começar.

De acordo com um jornalista do The News, que se encontrava nas imediações do hotel, foi-lhe dito que teria de abandonar o local, mas alguns minutos depois foi detido por dois polícias e esteve sob custódia durante 8 horas sendo tratado como um criminoso, o seu crime terá sido andar na via pública.

António Guterres, que participou na conferência de 1994, na Finlândia, foi, curiosamente, eleito primeiro-ministro em 95. Guterres não constou na lista de convidados da 47ª Conferência e em nenhuma outra depois da de 94.Mas existem outras coincidências iguais a estas no historial da Bilderberg.

Coincidências?

Bill Clinton que participa no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Agosto de 1992.Tony Blair que participa no encontro Bilderberg na Grécia em 93 torna-se líder do partido em Julho de 94 torna-se primeiro-ministro em Maio de 97.Jack Santer o anterior chefe de estado (demitido por corrupção) participou no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 e torna-se presidente da UE em Janeiro 95.

Romano Prodi participou no encontro Bilderberg em Portugal em Junho de 99 toma posse como presidente da UE em Setembro de 99.George Robertson participa no encontro Bilderberg na Escócia em 98 e toma posse como secretário-geral da NATO em 99.Outra GRANDE coincidências é que desde ‘71 todos os líderes da NATO, pertenciam à Bilderberg.

***
Portugueses na Bilderberg

Francisco Pinto Balsemão

É convidado assíduo da Bilderberg pelo menos desde 1988. Um magnata na imprensa e economia portuguesa, fundador do Jornal Expresso/Sojornal em 1972. Após a morte de Sá Carneiro em 1980, Pinto Balsemão, que até então era adjunto do primeiro-ministro, sucedeu-lhe como chefe do governo de coligação da AD. Balsemão tem um “império invejável”, tendo em sua posse desde jornais a estações de TV, tem grande influência nas mais “credíveis” e prestigiadas empresas nacionais.

António Barreto

Participou no Encontro da Bilderberg em 1992 em Evian-les-Bains, França. Ex-deputado à Assembleia Constituinte, Secretário de Estado do Comércio Externo, Ministro do Comércio e Turismo, Ministro da Agricultura e Pescas e Deputado à Assembleia da República. Publicou vários livros e artigos académicos, assim como ensaios. Colabora regularmente, desde os anos setenta, na imprensa diária, assim como na televisão. É colunista do jornal Público desde 1991.

Durão Barroso

Participou no encontro da Bilderberg aquando ministro dos negócios estrangeiros. Foi Presidente do PSD e Primeiro-ministro Português, actualmente Presidente da Comissão Europeia.

Nuno Brederode

Colunista do Semanário Expresso, Membro do Partido Socialista.

Roberto Carneiro

Participou no encontro de 92 em 1992 em Evian-les-Bains, França. É ex-Secretário de Estado da Educação, e Ministro da Educação. É consultor do Banco Mundial, da OCDE, da UNESCO e do Concelho da Europa.

Vitor Constantino

Governador do banco de Portugal

Vasco Pereira Coutinho

Participou no encontro de 91 em Baden-Baden, Alemanha e de 98 em Turnberry, Escócia. Empresário português.

José Cutileiro

Participa no encontro de 1995 em Zurich, Suiça. ex-secretário-geral na União Europeia.

José Galvão Teles

Participa no encontro de 1997 em Geórgia, EUA. Membro do PS, membro do Conselho de Estado.

Teresa Patrício Gouveia

Participa no encontro de 2001 em Gothenburg, Suécia. Deputada e porta-voz da Comissão Política Nacional do PSD, foi também secretária de Estado da Cultura durante o Governo de Cavaco Silva. É actualmente, também, presidente da fundação de SERRALVES.

Marçal Grilo

Participa no encontro de 1999 em Sintra, Portugal. Ex-Ministro da educação.

João Cravinho

Ex-Ministro da Indústria e Tecnologia do IV Governo Provisório, ex-deputado à Assembleia da República, ex-delegado nacional ao Comité de Ciência e Tecnologia das Nações Unidas. Também foi Membro do Bureau da União dos Partidos Socialistas foi Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Ministro do Planeamento e da Administração do Território, Ministro do Equipamento.

Miguel Horta e Costa

Participou no encontro de 98 em Turnberry, Escócia. Presidente da Comissão Executiva (CEO) foi Presidente da Portugal Telecom.

Margarida Marante

Participa no encontro de 96 em Toronto, Canadá e 99 em Sintra, Portugal. Uma das mais prestigiadas jornalistas da televisão portuguesa, segundo o «The News» recusa-se a fazer qualquer tipo de declaração sobre a sua participação nestas conferências.

Vasco Mello

Participa no encontro de 99 em Sintra, Portugal. É vice-presidente do Grupo José de Mello e em ‘02 é eleito presidente da Brisa por unanimidade.

Carlos Monjardino

Presidente da Fundação Oriente.

Murteira Nabo

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. Presidente da PTFernando

Faria Oliveira

Participou no encontro de 93 em Atenas, Grécia. Da sua carreira destacam-se 10 anos de funções governativas, como Ministro do Comércio e Turismo, bem como a passagem por quatro Secretarias de Estado: Exportação, Adjunto do Primeiro-ministro, Tesouro e Finanças e ainda Adjunto. É, ainda, administrador (não executivo) da TAP - Air Portugal. Foi administrador do Banco de Fomento e Exterior, da Siderurgia Nacional, da CELBI, do ICEP, para além de empresas do Grupo IPE, director da Sorefame e docente universitário.

Carlos Pimenta

Participou no encontro de 91 em Baden-Baden, Alemanha. Participou na Coordenação do Grupo Europeu do PSD em 1998/1999. Foi euro deputado e Secretario de Estado do Ambiente.

Francisco Lucas Pires

Participou no encontro de 88. Foi coordenador geral da Aliança Democrática e ministro da Cultura e Coordenação Científica. Foi presidente do CDS entre 1983/85.A discordância quanto à política Europeia seguida pelo CDS levou-o a sair do partido e a ingressar nas listas do PSD tanto para o Parlamento Europeu como para a Assembleia da República.

Ricardo Espírito Santo

Participou nos encontros de 97 em Geórgia, EUA e 99 em Sintra, Portugal. É Presidente do Grupo Espírito Santo.

Jorge Sampaio

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. Após a Revolução do 25 de Abril de 1974, é um dos principais impulsionadores da criação do Movimento de Esquerda Socialista (MES). Foi ainda co-Presidente do “Comité África” da Internacional Socialista. Em 1989, decide concorrer à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, cargo para o qual é, então, eleito e depois reeleito, em 1993. Em 14 de Janeiro de 1996, é eleito, Presidente da República, em 1996, apresentou-se de novo e voltou a ser eleito.

Niculau Santos

Participou no encontro de 99 em Sintra, Lisboa. Ex-director do Expresso.

Artur Santos Silva

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. Foi Presidente do BPI. Artur Santos Silva também foi nomeado presidente da sociedade anónima de capitais públicos (SACP) que geriu o projecto Porto 2001.

Marcelo Rebelo de Sousa

Participou no encontro de 98 em Turnberry, Escócia. É ex-Ministro dos Assuntos Parlamentares e em 1996 o secretário-geral do PSD. É também professor catedrático na Faculdade de Direito.

Miguel Veiga

Participou no encontro de 94 em Helsínquia, Finlândia. Um dos mais prestigiados advogados do Porto.

António Vitorino

Participou no encontro de 96 em Toronto, Canadá. É ex-ministro da defesa.

António Borges

Participou no encontro de 97 na Geórgia, EUA e 02 em Leiden, Holanda. É actualmente vice-presidente da Goldman Sachs Internacional à qual se juntou em 2000 no seu percurso passa por empresas como Petrogal-Petroleos, Vista Alegre, Sonae e Cimpor-Cimentos.

Elisa Guimarães Ferreira

Participou no encontro de 02 em Leiden, Holanda. Ex-representante do Ministério do Plano e Administração do Território na Comissão de Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Ave (CGIBHA). Foi também Subdirectora do Programa de Investigação sobre Gestão de Recursos Hídricos financiado pela NATO e co-responsável pela candidatura a financiamento do Programa NATO-POWATERS. Ex-Ministra do Ambiente e Ministra do Planeamento. foi Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS.

Guilherme Oliveira Martins

Participou no encontro de 02 em Leiden, Holanda. É Ministro das Finanças em 2001, na altura vice-primeiro-ministro, substituindo Joaquim Pina Moura que renunciou ao cargo. Foi também deputado do PS na Assembleia da República. Actualmente presidente do Tribunal de Contas.

Vasco Graça Moura

Participou no encontro de 2001 em Gothenburg, Suécia. Deputado ao Parlamento Europeu pelo Partido Social-Democrata. Foi Comissário-Geral da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses.

Freitas do Amaral

Deputado, vice-presidente e presidente da União Europeia das Democracias Cristãs em 81. Foi ministro dos Negócios Estrangeiros, vice Primeiro-Ministro e ministro da Defesa. Candidatou-se à Presidência da República em 1986. Foi presidente da Assembleia-geral das Nações Unidas.

Vítor M. R. Constâncio

Participou no encontro de 88. Ex-ministro das Finanças e do Plano. Foi também Secretario Nacional do PS. Em 85 foi nomeado governador do Banco de Portugal. Depois de ter sido reeleito secretário-geral do PS em 88, demitiu-se do cargo em Outubro do mesmo ano. Actualmente Presidente do Banco de Portugal

António Guterres

Participa no encontro de 94 em Helsínquia, Finlândia. Ex-Primeiro-ministro, deputado da Assembleia da República, pelo Partido Socialista, com mandato suspenso e ex-Vice-Presidente da Internacional Socialista, organização que agrupa mais de cem partidos e organizações socialistas e sociais-democratas à escala mundial. Actualmente Preside à comissão dos Refugiados da ONU.

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Chamo-me Daniel Estulin. Sou o autor de "Clube Bilderberg - Os Senhores do Mundo". Devido a algumas informações muito perturbadoras que temos recebido dos nossos amigos em Portugal, estou a escrever a todos os bloggers portugueses a pedir ajuda. Recebi informações de alguém que trabalha para a Temas & Debates em Portugal que os editores receberam FORTES PRESSÕES de membros do governo PARA NÃO VENDEREM O LIVRO acerca do Clube Bilderberg. Aparentemente este apanhou mesmo o governo de surpresa e assustou-o. Têm medo que este se torne num fenómeno mundial. De facto, está a tornar-se num fenómeno mundial, uma vez que foi editado em 28 países e em 21 línguas.Esta carta é um pedido de ajuda. Por favor enviem-na a qualquer pessoa disposta a lutar pela liberdade de expressão. O governo e o meu editor em Portugal, Temas & Debates, estão a tentar sufocar este livro porque têm medo que este possa criar uma base que se transforme num movimento populista em Portugal, como já aconteceu na Venezuela, na Colômbia e no México, nos quais a primeira edição esgotou em menos de 4 horas e causou manifestações em frente das embaixadas dos EUA, algo que, como é óbvio e devido ao bloqueio da comunicação social, você não viu nem ouviu na televisão nem na imprensa nacionais.Se não enfrentarmos estas pessoas da Tema & Debates e do governo elas irão vencer esta luta e nós, o povo, ficaremos UM POUCO MENOS LIVRES E UM POUCO MAIS PODRES INTERIORMENTE.Peço a todos aqueles que queiram ajudar que:1. Apelem a todos os bloggers que por aí andam a telefonarem para a Temas & Debates e perguntarem o que se passa e a EXIGIREM que vendam este livro. Já contactei todas as pessoas que conheço pessoalmente e estas estão a organizar uma campanha de telefonemas e de envio de cartas PARA TELEFONAREM OU ESCREVEREM À TEMAS E DEBATES E EXIGIREM UMA EXPLICAÇÃO.2. Estão dispostos a telefonar aos vossos contactos na imprensa, aos vossos amigos e aos amigos dos vossos amigos e verem se estão dispostos a publicar esta história e em ajudarem? O que o editor e o governo mais temem é O ESCRUTÍNIO PÚBLICO E A ATENÇÃO INDESEJADA.Quantas mais pessoas telefonarem e assediarem o editor, e o governo, menos possibilidades terão eles de levar essa tarefa a cabo. Se não fizermos algo seremos tão só MENOS LIVRES NO FUTURO. É ESSE O OBJECTIVO DA BILDERBERG. MAS NÃO É ISSO O QUE EU QUERO PARA OS MEUS FILHOS.Com base nas nossas fontes no Porto e em Lisboa, descobri que a muitas pessoas têm ido à FNAC à procura do livro mas que, de acordo com a FNAC, "o editor, por qualquer razão, não está disposto a vendê-lo."Posso dizer-lhes, por experiência própria em Espanha, que esta pressão funciona. Inicialmente a primeira edição foi de 4.000 exemplares que se esgotou num dia. A Planeta (a editora espanhola - nota do tradutor) estava a ser MUITO vagarosa no reabastecimento das livrarias. Organizamos uma campanha massiva na comunicação social na qual isto quase se transformou num ponto crucial para a liberdade de expressão. E funcionou. A Planeta cedeu, o livro avançou e actualmente foram vendidas mais de 65.000 cópias. Também podem divulgar este número na vossa página.Além disso, estou a organizar uma série de seminários em Portugal para falar sobre os Bilderbergers e os Planos da Ordem Mundial. Esta atenção indesejada irá irritá-los profundamente. Os Bilderbergers são como vampiros. O que odeiam mais que tudo na terra é que a luz da verdade brilhe sobre eles. ----------------------------- ***************---------------------------
A agenda secreta - documentos do Grupo Bilderberg são revelados pela primeira vez Por Gibby Zobel (in Pública, págs. 18 a 23, 26 de Dezembro de 1999)Este Verão, numa reunião altamente secreta em Sintra, pouco mais de uma centena de personalidades poderosíssimas tomaram decisões sobre o presente e o futuro do mundo.

São conhecidos como Grupo de Bilderberg, incluem chefes de Estado, membros de governos e parlamentos, chefes de alianças militares, presidentes de empresas multinacionais, líderes de bancos e organizações financeiras internacionais, tubarões dos media e das organizações ambientalistas. São os «altos sacerdotes da globalização». Conversam amigável e informalmente sobre tudo e tomam decisões. Amigável e informalmente.

O bombardeamento da Chechénia, por exemplo, foi combinado em Sintra.

No sossego de Sintra…O documento de sessenta e quatro páginas a que tivemos acesso — os documentos de Bilderberg — está datado de Agosto de 1999.

A poderosa clique transantlântica reunida na estância privada de Sintra incluiu o novo secretário para a Irlanda do Norte, Peter Mandelson, o ambientalista Jonathon Porritt, o membro do parlamento britânico Kenneth Clarke, o antigo secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, o multimilionário tubarão da banca e do petróleo David Rockefeller, o dirigente da companhia Monsanto, Robert B. Shapiro, e o presidente do Banco Mundial, James D. Wolfensohn.

Se bem que tivessem sido discutidas as políticas asiática e africana, nenhum país destes continentes teve assento na cimeira. A delegação oficial britânica, de oito elementos, incluía os banqueiros Martin Taylor, o antigo chefe executivo do Barclay’s Bank, e Eric Roll, banqueiro dos Warburg. A eles juntou-se Martin Wolf, do Financial Times, e dois jornalistas da Economist, John Micklethwait e Adrian Wooldrige, que segundo indicações dos memorandos, prepararam este documento.

Os documentos que têm o carimbo «Proibida a divulgação», declaram: «Há 111 participantes, de 24 países. Todos os participantes falam em seu nome pessoal, não como representantes dos seus governos ou empregadores. Como é costume nos encontros de Bilderberg, com o objectivo de permitir uma discussão franca e aberta, não foram feitos quaisquer relatórios públicos da conferência».

Nenhuma das citações, de cada uma das dez sessões, é directamente atribuível ao nome de algum indivíduo, embora o moderador e os membros do painel em cada discussão estejam identificados. É tornado perfeitamente claro, no entanto, quem está a dizer o quê. Não se fica a saber quem mais está presente na audiência, mas os seus comentários são identificados com o país e a profissão de quem os fez.

***Durante quase 50 anos, uma elite dos homens mais poderosos do mundo, uma espécie de governo mundial sombra, tem-se reunido em segredo. Bill Clinton e Tony Blair pertencem ao clube. Todos os presidentes desde Ike Eisenhower também pertenceram, aliás bem como membros proeminentes do Governo britânico e de outros governos mundiais.

Bem como as pessoas que controlam o que vemos e lemos: os tubarões dos media. É talvez por isso que talvez nunca tenha ouvido falar de Bilderberg!«Filas de limusinas negras, sem qualquer espécie de matrícula à excepção de um B no pára-brisas, entraram para lá, às vezes escoltadas pela polícia, outras vezes não», descreveu uma testemunha durante a reunião deste ano, no complexo da Penha Longa, em Sintra, Portugal. «Um helicóptero sobrevoava permanentemente o local, e outros agentes de segurança patrulhavam prudentemente os arredores.

Os polícias de serviço nos portões do recinto tornaram bem claro que não passavam da ponta visível de um gigantesco iceberg de segurança».Durante dois dias e meio, relaxados num ambiente de luxo e exclusivismo, no meio de um draconiano dispositivo de segurança armada, os líderes mais poderosos discutiram as guerras do passado e do futuro, a criação de um super-estado europeu, de uma moeda global, a genética e o desmantelamento do Estado-Providência.

Em total sossego, em total secretismo, em total inimputabilidade, os encontros de Bilderberg têm formado a base de toda a política internacional durante as últimas décadas.No ano passado, o jornalista free-lancer Campbell Thomas foi preso apenas por andar a bater a algumas portas nas imediações da reunião clandestina do grupo, em Turnberry, na Escócia. Permaneceu sob custódia durante oito horas.

A respeito da mesma reunião, outros jornalistas foram informados de que até o menu do jantar era confidencial. Segundo um agente da polícia, «unidades das Operações Especiais e a C.I.A. estavam por todo o lado — eram eles que controlavam tudo».Todos os anos, desde 1954, a cimeira clandestina tem juntado as pessoas mais poderosas do mundo. Os resultados destas reuniões — onde não se decidem políticas mas onde se influenciam as decisões dos líderes mundiais — têm sido mantidos em rigoroso segredo.

De tal maneira que, quando perguntaram, na Câmara dos Comuns, ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, se tinha estado presente na reunião do Grupo de Bilderberg de Atenas, em 1993, ele negou.Nunca, nos seus quarenta e sete anos de história, o conteúdo das discussões da organização foi tornado público. Até agora.Pela primeira vez, os Documentos de Bilderberg — os memorandos secretos da reunião deste ano, em Portugal — foram revelados.

Do que se disse no encontro, algumas coisas são banais, outras são sensacionais. De qualquer forma, os documentos levantam o véu sobre os pensamentos de presidentes, directores de multinacionais, banqueiros mundiais, chefes da NATO e ministros da Defesa.Apesar de catorze patrões dos media e jornalistas (Pinto Balsemão é um dos poucos portugueses que pertence ao clube) de oito países terem participado este ano na reunião, nenhum deles optou por contar aos seus leitores o que se passou na Penha Longa.

Não seria nada favorável aos seus interesses ser cortado da lista da elite.Com uma lista de convidados altamente exclusiva, operações secretas e um silêncio tão rigoroso, não é de surpreender que se tenham multiplicado as teorias conspirativas em torno do Clube de Bilderberg. Desde os anti-semitas que acreditam numa elite global judaica, até às ilusões paranóicas da esquerda radical.

O efeito foi a subestimação da importância das reuniões, devido à associação com estas teorias — o que vai perfeitamente de encontro aos objectivos dos membros da organização.

Os encontros de Bilderberg começaram em 29 de Maio de 1954 num hotel holandês, do qual receberam o nome. A revista The Economist, numa rara referência à organização, em 1987, afirmou que a importância das reuniões era frequentemente sobrestimada, mas admitiu: «Quando alguém faz escala em Bilderberg, é porque já chegou».

Na reunião do ano passado, o antigo ministro da Defesa britânico George Robertson, que é agora secretário-geral da NATO, planeou estratégias com o presidente de Bilderberg e antigo chefe da NATO Lord Carrington.

O editor-chefe da Observer Will Hutton participou no encontro de Bilderberg em 1997. Ele acredita que se trata da casa dos «altos sacerdotes da globalização».

«Aqui, não é feita política», diz ele. «É só conversa. Mas os consensos a que se chega estabelecem o quadro de referência no qual se inscrevem todas as políticas, por todo o mundo».De que falaram, então, a mais de uma centena de homens poderosos na estância da Penha Longa?

Antes de mais, sobre a guerra.

A do Kosovo e a da Chechénia, com surpreendente displicência.

O documento revela que o grupo foi avisado de que, depois do Kosovo, seria dada «carta branca à Rússia para intervir na Chechénia.

A NATO não bombardeará Moscovo se a Rússia invadir a Chechénia. Mais de duas centenas de milhares de chechenos foram forçados a sair das suas casas desde que a Rússia começou os bombardeamentos, no mês passado.

Nas últimas semanas, a Administração Clinton acusou a Rússia de violar a Lei internacional. Mas os memorandos de Bilderberg tornam claro que os líderes mundiais operam num ambiente onde a Lei internacional se tornou obsoleta e a NATO está em risco de se transformar efectivamente numa potência colonial.Apesar das posições oficiais de Tony Blair sobre o Kosovo, a histórica guerra da NATO foi menosprezada em Bilderberg.

«O estado de espírito na reunião foi surpreendentemente brando, com as atenções voltadas mais para o dia seguinte do conflito», é assim que começa a discussão sobre o Kosovo. Henry Kissinger, antigo secretário de Estado norte-americano, entra na conversa, afirmando que o Kosovo «pode muito bem ser o Vietname desta geração».

A NATO está em risco de substituir o império otomano e os impérios dos Habsburgos, com a sua série de protectorados permanentes, acrescentou, Kissinger.Outro participante avisou que, no caso do Kosovo, as tropas poderiam ter de ficar no território por mais 25 anos. Kissinger, por seu lado, disse sentir que essa possibilidade abria as portas à acusação de colonialismo.

«Como é que se convence países como a China, a Rússia ou a Índia de que o novo mandato da NATO não é apenas uma nova versão da ameaça do homem branco — o colonialismo?», interrogou Kissinger.

Charles D. Boyd, executivo do US National Study Group, disse que o Kosovo não passa agora de uma terra devastada, um desastre humanitário comparável ao Cambodja.

«A NATO usou a força como um substituto para a diplomacia, e não apenas para a apoiar. Usou a força de forma a minimizar o perigo para si própria, mas de forma a maximizar o perigo para as pessoas que era suposto proteger».

Um político britânico não identificado pôs em questão «a capacidade da NATO continuar a trabalhar em conjunto depois do fim da guerra». Avisou que «haveria pouco entusiasmo popular quando se tratasse de reunir recursos imensos para resolver os gigantescos problemas da região».

Peter Mandelson disse ao grupo que «dois caminhos se abrem em frente da NATO. Um leva a uma nova divisão da Europa, com o continente a regressar aos seus velhos métodos etnocêntricos. Neste cenário, a ONU não teria praticamente poderes, a Rússia e China ficariam excluídas e a NATO seria pouco mais do que uma força de polícia.

O segundo caminho é algo próximo da Europa do século XIX, com todas as grandes potências — não apenas os EUA e a UE mas também a Rússia, China e Japão cooperando».Gigantes do mundo banqueiro global, num debate intitulado «Redesenhando a Arquitectura Financeira Internacional», discutiram o conceito de dolarização, que irá certamente pôr os eurocépticos numa roda-viva.

À volta da mesa estavam o deputado britânico Kenneth Clarke, Martin S. Feldstein, presidente do National Bureau of National Research, Stanley Fisher, vice-director do Fundo Monetário Internacional (FMI), Ottmar Issing, membro da direcção do Banco Central Europeu, e Jean Claude Trichet, governador do Banco de França.

Bilderberg é tido por ser o berço da moeda única europeia.

O vice-director do FMI abriu a discussão: «Vale a pena assinalar que esta é a primeira reunião de Bilderberg em que o Euro é já um facto, e não um mero tópico de discussão».

Durante a conversa, «um dos membros do painel tinha a certeza de que, se o Euro funcionasse, outras moedas regionais surgiriam. Outros levantaram a questão da dolarização (transformar o dólar na única moeda mundial) como uma cura possível».

Houve uma voz dissonante: «A única razão possível para que alguém submeta o controlo das suas políticas monetárias a Washington (onde ninguém tomará decerto decisões com base no que interessa a Buenos Aires) seria as miseráveis performances financeiras dos governos em questão».Recentemente tornado no maior mercado de consumo do mundo, a China foi discutida na reunião, onde se estabeleceram as bases para um acordo promovido pelos EUA nas vésperas da cimeira da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Seattle.

Segundo este acordo, Pequim vê ser-lhe reconhecido o estatuto da Nação Mais Favorecida no comércio com a América, o que significa que as críticas aos abusos dos direitos humanos ficam de fora da agenda das reuniões do OMC para sempre.

Em Bilderberg, o acesso da China ao clube do grande comércio mundial dominou várias discussões. Mas o tema das relações entre os países ficou um pouco esquecido, perante o caso da aquisição, pela China, de tecnologia nuclear americana roubada e a morte de três chineses no bombardeamento da embaixada em Belgrado.

Um participante americano estava «particularmente aborrecido com a forma como o governo chinês permitiu que manifestantes apedrejassem a embaixada americana», em resposta. «Isso foi ainda pior do que espionagem».

Outro americano apontou o «problema das altamente ineficientes indústrias detidas pelo Estado».

Disse: «As lideranças parecem estar decididas a resolver este problema, mas não poderão tolerar mais de 20 milhões de desempregados».

Mas ser membro da OMC levará ao surgimento em massa do desemprego na China. O membro do Clube de Bilderberg, James D. Wolfenshon, que preside ao Banco Mundial, estimou que cerca de 50 milhões de trabalhadores em empresas do Estado precisam de ser dispensados nos próximos cinco anos, para tornar a China eficiente.

Um «participante internacional» levantou a questão dos direitos humanos e «avisou sobre um certo burburinho vago a respeito do Tibete». Mas, com o estatuto de Nação Mais Favorecida, o mais provável é que esse burburinho continue sem ser ouvido, uma vez que qualquer embargo comercial seria ilegal, segundo as regras do livre comércio.

Os gigantes da biotecnologia global encontraram-se à porta fechada, na reunião de Bilderberg, com um dos mais proeminentes ambientalistas britânicos. Isto durante o auge dos protestos contra a comida geneticamente modificada, que rebentaram este Verão.

O facto de a genética ter sido trazida para a agenda da «peso pesado» cimeira de Bilderberg relaciona-se com uma campanha que está em curso, em grande medida na Grã-Bretanha, de destruição dos cereais geneticamente modificados, e a batalha das organizações de defesa do consumidor.

O debate, intitulado «Controvérsias actuais: a genética e as ciências da vida», foi presidido por Jan Leschly, da Smithkline Beecham Co., empresa baseada na Grã-Bretanha e que vale 75 mil milhões de dólares. Leschly disse que, no futuro, haverá apenas seis multinacionais farmacêuticas, em oposição às centenas que hoje operam.

Os relatores do grupo de trabalho foram o ambientalista Jonathon Porritt e Robert B. Shapiro, presidente da empresa-pária da genética industrial mundial Monsanto.

Entre os participantes encontrava-se Daniel L. Vasella, presidente da firma de biotecnologia Novartis (valor de mercado de 103 milhões de dólares).Neste momento, disse Leschly, «o debate político tem-se centrado não nas biotecnologias humanas vermelhas, mas nas verdes, ou seja, na produção agrícola e particularmente na comida geneticamente modificada».Houve algumas admissões surpreendentes.

Shapiro reconheceu que «há genuínas e legítimas preocupações ambientais no que respeita à forma como as novas sementes afectarão os ecossistemas».

Enquanto o ambientalista Porritt, antigo chefe dos Amigos da Terra, concordava que Shapiro «pode ter razão ao dizer que muitos benefícios virão da comida geneticamente modificada, como já aconteceu com a manipulação genética aplicada à indústria farmacêutica».

«Desde a descoberta do DNA que os cientistas têm vindo a criar toda uma nova série de instrumentos para fazer avançar o nosso domínio sobre a Natureza», argumentou Shapiro.

Porrit contrapôs que «as empresas gastam fortunas a tentar persuadir os governos a impor as menos rigorosas regulamentações. E no entanto os efeitos dos procedimentos errados serão incomensuráveis.

A modificação genética será a luz de aviso de toda a espécie de ansiedades sobre o mundo industrial e a arrogância do Homem».

Foram referidos os protestos crescentes em todo o mundo sobre a comida geneticamente modificada, e um sueco argumentou que a situação assemelha-se à da energia nuclear há vinte e cinco anos — «uma batalha que os interesses empresariais perderam».

Um americano fez notar que «toda a actividade científica produz-se no mundo rico, mas 95% dos genes com os quais se trabalha vêm do mundo em desenvolvimento».Num outro debate, «Que duração terá a actual compleição cor-de-rosa da política europeia», os cortes da Grã-Bretanha na segurança social foram postos num contexto mais amplo.

A Nova Esquerda, argumentou um britânico, estava a consolidar as vitórias da Direita. Os fracassos eleitorais da Direita tinham sido em larga medida auto-infligidos e a Esquerda ainda poderia provar ser mais competente para reformar o Estado-Providência.

Com 17 milhões de desempregados, seria mais fácil para alguém que se proclama socialista impor a mudança. A reformulação da segurança social, disse um elemento do painel, seria o «encargo dos esquerdistas».

Os governos teriam de pensar como homens de negócios. Mas nem todos os governos socialistas da Europa tinham compreendido isso.

O grupo considerou que à Alemanha, à França e à Itália faltava coragem para os «necessários cortes na segurança social».

O medo que os governos têm dos tumultos sociais foi a principal razão apontada para a falta de acção neste campo. Como notou um participante britânico, «as coisas só mudarão quando o preço de não fazer nada surja como verdadeiramente mais elevado do que o de fazer alguma coisa.»

A maioria do grupo considerou que a Nova Esquerda europeia não passava de «uma versão geneticamente modificada» da velha esquerda. «Hoje, o que existe é apenas uma rotação de poder» observou um alemão. «Geralmente, o verdadeiro poder reside nos bancos centrais». A esta ideia foi dada grande ênfase nas discussões sobre a introdução da dolarização.

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Clube de Bilderberg
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O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, mediático ou político. Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente) e de inúmeras teorias da conspiração. O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.
Índice
1 Origem do nome
2 Origens e objetivos da primeira conferência anual
3 Propósito
4 Perspectivas acerca da natureza do grupo
5 Participantes
6 Reuniões
7 Veja também
8 Referências
9 Ligações externas
[editar] Origem do nomeO título "Bilderberg" vem do que é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, perto de Arnhemia na Holanda. Embora a conferência não seja considerada um grupo de tipo algum, muitos participantes são freqüentadores regulares, e os convidados são freqüentemente referenciados como pertencentes a um secreto Grupo de Bilderberg.
[editar] Origens e objetivos da primeira conferência anualA primeira conferência Bilderberg sediou-se no Hotel de Bilderberg, perto de Arnhemia, de 29 de maio a 30 de maio de 1954. A idéia da reunião foi dada pelo emigrante polonês e conselheiro político, Joseph Retinger. Preocupado com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, ele propôs uma conferência internacional em que líderes de países europeus e dos Estados Unidos pudessem se reunir com o propósito de promover a discussão entre as culturas dos Estados Unidos e Europa Ocidental. Retinger se aproximou do Príncipe Bernard da Holanda que concordou em promover a idéia, em conjunto com o primeiro ministro belga Paul Van Zeeland. A lista de convidados deveria ter sido formada pelo convite de dois participantes de cada país, representando pontos de vista liberais e conservadores (ambos os termos utilizados no sentido estadunidense), respectivamente. Para que a reunião ocorresse, foi necessário organizar uma conferência anual. Um comitê executivo foi criado, sendo que Retinger foi indicado como secretário permanente. Juntamente como a organização da reunião, o comitê realizou um registro do nome dos participantes e informações para contato, com o objetivo de criar uma rede informal de pessoas que pudessem se comunicar entre si com privacidade. O propósito declarado do Grupo Bilderberg foi estabelecer uma linha política comum entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental. O economista holandês Ernst van der Beugel se tornou secretário permanente em 1960, após a morte de Retinger. Príncipe Bernardo continuou a ser o presidente das conferências até 1976, ano em que se envolveu no escândalo da Lockheed, que consistiu no envolvimento em processos relativos a recebimento de suborno para favorecer a corporação estadunidense em contratos de compra dos jatos [[F-104G Starfighter]] em detrimento dos Mirage 5. Não houve conferência naquele ano, mas os encontros voltaram a ocorrer em 1977, quando Alec Douglas-Home, ex-primeiro-ministro britânico, assumiu a presidência. Na seqüência, Walter Scheel, ex-presidente da Alemanha, Eric Roll, ex-presidente do banco SG Warburg e Lord Carrington, ex-secretário-geral da OTAN.
[editar] PropósitoA intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos. A cada ano, um "comitê executivo" recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos. Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte. A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido. A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população. A teoria que mais se opõe á teoria oficial diz que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.


[editar] Perspectivas acerca da natureza do grupo

A alegada justificativa do grupo pelo sigilo é que isso permite que os participantes falem livremente sem a necessidade de ponderar cuidadosamente como cada palavra poderia ser interpretada pelos órgãos de comunicação de massa. Alguns, entretanto, consideram a natureza elitista e secreta das reuniões como antiético em relação aos princípios da inclusão em sociedades democráticas.

[editar] Participantes

Participantes do Bilderberg incluem membros de bancos centrais, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, financistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg. Donald Rumsfeld é um Bilderberger activo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000 na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB. O político e professor universitário Jorge Braga Macedo e Francisco Pinto Balsemão são dois exemplos portugueses. O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e atual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente atual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.

[editar] Reuniões

1954 Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, Países Baixos
18 a 20 de março de
1955, em Barbizon, França e (23 a 25 de setembro) em Garmisch-Partenkirchen, Alemanha Ocidental
11 a 13 de maio de
1956 em Fredensborg, Dinamarca
1959 em Yesilkoy Istambul, Turquia
22 a 24 de abril de
1975 em Cesme Esmirna, Turquia
1976 não houve conferência
22 a 24 de abril de
1977 em Torquay, Inglaterra
21 a 23 de abril de
1978 em Princeton, Nova Jérsei, Estados Unidos
27 a 29 de abril de
1979 em Baden, Áustria
18 a 20 de abril de
1980 em Aachen, Alemanha Ocidental
15 a 17 de maio de
1981 em Bürgenstock, Suíça
14 a 16 de maio de
1982 em Sandefjord, Noruega
13 a 15 de maio de
1983 no Château Montebello em Montebello, Quebec, Canadá
11 a 13 de maio de
1984 em Saltsjöbaden, Suécia
10 a 12 de maio de
1985 em Rye Brook, Nova Iorque, Estados Unidos
25 a 27 de abril de
1986 em Gleneagles, Escócia
24 a 26 de abril de
1987 em Villa d'Este, Itália
3 a 5 de junho de
1988 em Telfs-Buchen, Áustria
12 a 14 de maio de
1989 em La Toja, Espanha
11 a 13 de maio de
1990 em Glen Cove, Nova Iorque, Estados Unidos
6 a 9 de junho de
1991 em Baden-Baden, Alemanha
21 a 24 de maio de
1992 em Evian-les-Bains, França
22 a 25 de abril de
1993 em Vouliagmeni, Grécia
2 a 5 de junho de
1994 em Helsínquia, Finlândia
8 a 11 de junho de
1995 em Zurique, Suíça
30 de maio a 2 de junho de
1996 no CIBC Leadership Centre em Toronto, Canadá
12 a 15 de junho de
1997 no Pine Isle resort em Lake Lanier, Geórgia, Estados Unidos
14 a 17 de maio de
1998 em Turnberry, Escócia
3 a 6 de junho de
1999 no Caesar Park Hotel Penha Longa em Sintra, Portugal
1 a 3 de junho de
2000 no Chateau Du Lac Hotel em Bruxelas, Bélgica
24 a 27 de maio de
2001 em Gotemburgo, Suécia
30 de maio a 2 de junho de
2002 no Westfield Marriott em Chantilly, Estados Unidos
15 a 18 de maio de
2003 em Versalhes, França
3 a 6 de junho de
2004 em Stresa, Itália
5 a 8 de maio de
2005 no Dorint Sofitel Seehotel em Rottach-Egern, Alemanha
8 a 11 de junho de
2006 no Brookstreet Hotel em Otava, Ontário, Canadá
31 de maio a 3 de junho de
2007 em Istambul, Turquia
5 a 8 de junho de
2008 no Westfields Marriot Hotel, Chantilly (Virgínia), Estados Unidos

[editar] Veja também

Bosque boêmio
Clube de Roma
Conselho de Relações Exteriores
Commissão Trilateral
Fórum Econômico Mundial
David Rockefeller
Geopolítica
Cabal Online
ONGs
Rothschilds
Rockefellers
Capitalismo
Internationalismo

[editar] Referências

A Verdadeira Historia do Clube Bilderberg, de Daniel Estulin. Editora Planeta do Brasil, 2006. ISBN: 8576651696

La Verdadera Historia del Club Bilderberg, de Daniel Estulin, págs 240. ISBN: 8484531570
Clube Bilderberg: Os Senhores Do Mundo, de Daniel Estulin.

[editar] Ligações externas

Clube Bilderberg: o Governo Mundial na sombra - Mídia sem máscara
Os superdonos do mundo
Os BilderBerg
Bilderberg - o plano oculto de dominação mundial - artigo Revista Humanus
Todos os portugueses de Bilderberg

Antonio Patricio

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