terça-feira, novembro 23, 2010


PARTICIPE !!

Existem pessoas que alegam que nada vai mudar, que não adianta fazer greve, MAs nessa prespectiva porquê que quando alguem é vitima de um crime, por exemplo, vai à policia, recorre ao Tribunais, porque quer que seja feita justiça, porque o que quer alem de que se faça justiça e que NÃO voltar a acontecer o ...que lhe aconteceu, procura reparar os danos sofridos e IMPEDIR QUE NO FUTURO ACONTEÇA O MESMO, pois nesta greve e em outras uma das coisas que pretendemos é que amanhã o Governo, este ou outro qualquer, faça o que este tem feito, faz e irá continuar a fazer, isto se deixar-mos, claro.

domingo, novembro 07, 2010

sexta-feira, novembro 05, 2010

Tribunal de Contas arrasa a gestão do património da justiça.

Tribunal de Contas, em relatório divulgado ontem, arrasa a
gestão do património da justiça. Prisão de Lisboa volta para o Estado.

 
O Ministério da Justiça (MJ) vai ser obrigado a devolver à Estamo, do grupo Parpública, os 60 milhões de euros arrecadados em 2006 pela venda do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL). O prazo para desocupar as instalações terminou a 31 de Dezembro do ano passado, e, como não foi encontrada alternativa para albergar os reclusos, o dinheiro terá de ser devolvido ao comprador até ao final deste ano, com um penalização correspondente à taxa Euribor a seis meses acrescida de 0,25%. A denúncia é do Tribunal de Contas (TC) num relatório ontem divulgado, a que o DN teve acesso, onde também se alerta para o facto de os cerca de 1500 edifícios que compõem o património imobiliário da Justiça, assim como os arrendamentos, estarem a ser geridos sem rigor contabilístico. 
Segundo o TC, o contrato-promessa de compra e venda do EPL, assinado em 2006, por cerca de 60 milhões de euros, prevê que a prisão, situada numa zona nobre da cidade, em São Sebastião da Pedreira, teria de estar devoluta até ao fim de 2009. "O referido contrato estabelece também que, no caso de incumprimento, total ou parcial, por parte do segundo outorgante (MJ), haverá lugar à restituição, até 31 de Dezembro de 2010, da quantia entregue, com uma penalização correspondente à taxa Euribor a seis meses, acrescida de 0,25%, contada desde a data da outorga do contrato", lê-se no documento.
Quase um ano após o fim do prazo para desocupar o imóvel, o MJ ainda não iniciou nenhum processo concursal para a construção do anunciado Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo, em Almeirim, que deveria substituir o de Lisboa. Entretanto, diz o relatório do TC, desde 1 de Janeiro de 2008 que MJ paga, pelo EPL, uma renda mensal correspondente a 5% sobre 12 meses, calculada sobre o preço da venda do imóvel, actualizada anualmente pelo índice de preços junto do consumidor. Ou seja, em 2008, 2009 e 2010, o MJ teve de desembolsar, no total, perto de dez milhões de euros.

 
Esta perda de milhões é criticada pelo TC no relatório ontem divulgado, datado de 7 de Outubro, onde são apresentados os resultados de uma auditoria ao Instituto de Gestão Financeira e de Infra- -Estruturas da Justiça (IGFIJ), a entidade que gere os recursos financeiros do MJ. Em causa, a conta de gerência de 2008, mas "com extensão a períodos anteriores e posteriores", lê-se no documento.
O caso do EPL é apenas um exemplo do "descontrolo" na gestão do património da Justiça. Segundo o TC, "a gestão do imobilizado, nomeadamente a respeitante ao património imobiliário, com cerca de 1500 imóveis, era, e ainda é, gerida de forma rudimentar". E especifica-se. O TC identificou 16 bens imóveis, no valor de 3 904 601,22 euros , que não se encontravam registados na contabilidade; foram também detectados bens alienados em anos anteriores, no montante de 23 710 860 euro euros, cujo abate não foi contabilizado; foram também alienados imóveis que não constavam do imobilizado do IGFIJ. 
"Estas condicionantes, aliadas à não regularidade/actualidade de registos matriciais, e à ausência de informação atempada e com consistência, destinada ao Gabinete de Contabilidade, de modo a proceder aos registos contabilísticos das aquisições, alienações, amortizações e abates dos imóveis, explicam a ocorrência de imóveis não registados na contabilidade, ou alienados sem registo contabilístico, ou registados no mesmo ano em que foram alienados, ou com registos em duplicado, ou com amortizações inadequadas.", lê-se no documento.

Também os arrendamentos são um caos. "A informação sobre imóveis arrendados pelo IGFIJ encontrava-se dispersa em folhas de cálculo Excel, não existindo um sistema de informação integrado e um conjunto de normas escritas que assegurem a qualidade da informação", diz o relatório, lembrando que o MJ era arrendatário de 388 imóveis no montante de 3,3 milhões de euros mensais, onde se inclui 1,2 milhões pelo Campus da Justiça de Lisboa.

 Ministério da Justiça gere mais de 1500 edifícios.

1. O Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), inaugurado em 1885, situa-se numa zona nobre de Lisboa. Foi vendido em 2006, juntamente com um terreno contíguo, por um valor global de 60 milhões de euros.
2. Os edifícios do Campus da Justiça de Lisboa, inaugurado em 2009, estão arrendados ao Ministério da Justiça por cerca de 1,2 milhões de euros/mês.
3. A sede da Polícia Judiciária (PJ) vai ser recuperada. As obras estão orçadas em cerca de 90 milhões de euros.



quarta-feira, outubro 27, 2010

quinta-feira, outubro 21, 2010

A EVOLUÇÃO só possivel NO PENSAMENTO DUM Sr. PM AO LONGO deste ANO da graça e da desgr....huéeiiiiii!HHHÔOO!




Pode um pensamento evoluir mais que isto ao longo de um ano?
Não, é impossível! Este homem é o maior.............. estadista!!!

Laura Pausini - Ascolta Il Tuo Cuore (Video Ufficiale)

Romantico- mais visto no Mundo - Amor de verdade - legendado

Motivação - Liderança

Liderança & Motivação em momentos de crise - Cenas do Filme Era do Gelo II

Os 10 Mandamentos do Líder

terça-feira, outubro 19, 2010

Orçamento do Estado




O Governo fala em cortes nas despesas (mas não dizem quais, para além da decisão -fácil- de reduzir os salários dos ditos "funcionários públicos"...), e aumentos de impostos (a pagar pelo "Zé povinho").

Não se ouviu foi nenhum governante falar em:

. Redução drástica do número de deputados da Assembleia da República, bem como dos seus gabinetes, e profissionalizá-los como no estrangeiro. (A esmagadora maioria dos deputados é dispensável... As finanças portuguesas só ganhariam com isso e o país nem daria pela falta deles!).

. Reforma e redução drástica das mordomias vigentes na Assembleia da República (como almoços com digestivos a € 1,50. Equiparar as regalias dos deputados portugueses por, exemplo, às dos deputados do Reino Unido e/ou da Suécia. E eles são ricos, nós não!...)

. Acabar com os milhares de Institutos públicos que não servem para nada e têm funcionários e administradores (nomeados pelo poder político) muito bem pagos - à custa dos contribuintes - e, por vezes, com 2º ou 3º emprego.

- Acabar com as parcerias público-privadas que tão caro custam aos contribuintes, com as sucessivas "derrapagens" que ascendem a milhões e milhões de euros, anualmente.

- Acabar com a "promiscuidade" entre a esfera política (ou seja, os políticos) e o mundo dos negócios/empresas.

- Acabar com a atribuição de verbas, dos impostos pagos pelos contribuintes, para fundações privadas, por exemplo Fundação Saramago, Fundação Mário Soares, etc. (Se um privado decide criar uma fundação com o seu nome, ele próprio que a financie com o seu dinheiro, não à custa dos contribuintes!)

. Acabar com as empresas municipais, com administradores que auferem milhares de euros mês, que não servem para nada.

- Privatizar os canais públicos de televisão, nomeadamente a RTP, que são um autêntico sorvedouro de dinheiros públicos, com administradores e jornalistas (pagos pelo erário público) a ganharem mais que o Presidente da República.

- Disciplinar e repensar o modelo de funcionamento e de financiamento de organismos como a CP, TAP e outras empresas com capitais maioritariamente do Estado que, anualmente, dão milhões e milhões de prejuízo. (Se só dão prejuízo, ano após ano, privatizem-se e seguramente passarão a dar lucros!... Ou o poder político só opta por privatizar o que dá lucro?!...)

. Redução drástica do número das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia e acabar com o pagamento de € 200, por presença, a cada pessoa que comparece às reuniões das Câmaras e € 75 nas Juntas de Freguesia. (Não fazem mais do que o dever deles!... Imaginem se cada trabalhador português, para além do salário, ainda ganhasse uns "dinheiritos" por ter que se apresentar no local de trabalho!...)

. Acabar com o financiamento aos Partidos políticos.

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, etc, de inúmeros organismos públicos, incluindo as Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam, em uso particular, pelo país.. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia. (Viaturas do Estado, só para deslocações em serviço!)

. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros.

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.

. Acabar com o vaivém semanal dos deputados da Assembleia da República, inclusive os dos Açores e Madeira, e respectivas estadias em Lisboa em hotéis cinco estrelas. (Se não são de Lisboa, arranjem casa na referida cidade. É o que fazem os restantes cidadãos que, quando são deslocados para outro local, por razões laborais, têm que "se virar": ou arrendam casa na terra onde são colocados ou se deslocam diariamente, à sua própria custa, entre o local de trabalho e local onde vivem. Veja-se o exemplo elucidativo dos professores, sempre de um lado para o outro, sem nunca saberem onde irão ser colocados. E ninguém lhes paga hotel, casa ou despesas com as deslocações!...)

. Controlar a assiduidade do pessoal de todos os organismos, centrais, locais, regionais, etc., que são pagos pelo erário público.

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e/ou técnicos, caríssimos, encomendados por entidades públicas a firmas privadas, sejam elas de advogados ou outras. (Os especialistas/técnicos das diferentes áreas técnicas e científicas, bem como os juristas, que fazem parte dos quadros do Estado são mais do que suficientes e capazes de executarem tal tarefa, por uma ninharia - que é o que lhes pagam!...)

. Acabar com acumulação de várias reformas por pessoa, quer do aparelho de Estado, quer no sector privado. (Se o comum dos mortais tem que trabalhar 40 anos e, no mínimo, até aos 65 anos de idade, para ter direito a uma reforma, este princípio deve ser aplicado a todos sem excepção).

. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos (saídos dos impostos pagos pelos contribuintes) ao BPN e BPP.

- Acabar com festas/eventos festivos pagos pelo Estado, bem como com outras despesas supérfluas, em época de "vacas magras", e contenção/moderação, mesmo em períodos de desafogo. (A família real britânica, por exemplo, decidiu não promover quaisquer festividades no Natal).

Assim, poderemos sair do buraco negro em que nos meteram e de onde não se vê qualquer raio de luz, por mais ténue que seja...

Já estamos cansados!... Se o poder político continuar cego e "autista" e não optar por rever todo o sistema vigente, que está podre, a situação, de tão tensa e explosiva que está, acaba por rebentar.

domingo, outubro 17, 2010

Tacho para a cunhada de José Sócrates

Cunhada de Sócrates é assessora na EPALA EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes.

A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.

O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do 'Águas Livres', na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.

A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".

COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! loooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!!

Para quem era precária....de um momento para o outro não é nada mau

É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações..

Eis a razão porque não as extinguem. É aqui que é roubado o nosso dinheiro para dar aos familiares da bandidagem e outros parasitas da partidocracia.
Depois dizem que não há, onde cortar despesas! E que são necessários mais impostos e mais impostos.......

Aguentem saloios !!!!!!!!!!!!!!!

Aguentem pacóvios !!!!!!!!!!!!
O ROUBO CONTINUA!...




Aliás, isto até é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam as leis (para eles , claro)

Exemplo: Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO ... Tadinho !!!!!!!!!!!!!

 
O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.

O próprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa. Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa. Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.
 
Enquanto estes tipos andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios "subsídios de residência", cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio ministério! E isto só em "subsídio"! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos! Esta é a política do desgoverno, dito "socialista"!

sexta-feira, outubro 15, 2010

Imaginem

00h30m

Imaginem que todos os gestores públicos das 77 empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.

Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

 
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

 
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

 
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.

 
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.

 
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam.
Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

 
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

 
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

 
Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido.

 
Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos.

 
Por Mário Crespo.
Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimos ciúmes,
ciúmes de insegurança, tantas vezes inconveniente.

Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem
 sem te presentear com uma passagem para o mesmo lugar.


Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de
ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender
pelo menos naquele momento que mais estamos chateados.

 
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo,
a nova roupa, a nova investida.

Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados.

Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.

 
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos…

Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.

Pois amor que é AMOR, é tudo…
é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.

terça-feira, outubro 12, 2010

Mais uma maravilha da ciência, extraordinário.

Bebé nasce 20 anos depois. Embrião congelado e transferido para útero deu origem a rapaz saudável.
Congelamento suspende envelhecimento das células.Uma equipa de investigadores norte-americanos – do Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, da Faculdade de Medicina de Eastern Virginia, em Norfolk, na Virgínia – conseguiu que uma mulher de 42 anos tivesse um filho saudável a partir de um embrião que permaneceu congelado durante quase 20 anos. O caso foi relatado num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões registava uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há já dez anos. Os médicos descongelaram cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.
Apenas dois embriões descongelados sobreviveram e foram transferidos para o útero da mulher que, ao fim de uma única gravidez, deu à luz um rapaz saudável.

A equipa, liderada pelo pesquisador Sergio Oehninger, disse que não conhece nenhum caso de gravidez em que um embrião humano tenha permanecido tanto tempo congelado.
O congelamento suspende biologicamente o envelhecimento das células e os cientistas defendem que pode permanecer neste estado durante décadas. Até agora, o tempo de maior duração em que um embrião permaneceu congelado antes de ser transferido para um útero e gerado um bebé foi 13 anos, na Espanha.

quinta-feira, setembro 23, 2010

segunda-feira, setembro 20, 2010

Miúdos cada vez mais dependentes e mandões

20 de Setembro, 2010

As crianças portuguesas são cada vez menos livres e menos autónomas, mas capazes de comandar a família, defende a Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), lamentando a falta de tempo e espaço para os mais novos de hoje brincarem.

O presidente da SPP assume a dificuldade em falar do estado da infância em Portugal pela disparidade de realidades, mas considera que a sociedade actual é feita de «adultos egoístas e infantilizados e de crianças sabidas».

 
«O pequeno ditador saiu dos livros para a realidade, hiperactivo e desatento, decidindo os consumos da família, inundado em calorias, com televisão no quarto e playstation move na sala, uma das únicas oportunidades de actividade física», comenta Luís Januário à agência Lusa.

 
Duas décadas depois de Portugal ter ratificado a Convenção sobre os Direitos da Criança, data que se assinala na terça-feira, o pediatra retrata as cidades portuguesas como um obstáculo às brincadeiras na infância.

 
«As cidades foram bombardeadas pela união nacional dos autarcas e dos empreiteiros que liquidaram os quintais, as matas, os olivais, os pinhais, as praças e os terreiros. As ruas e as passadeiras são perigosas e os passeios estão destruídos ou transformados em parque automóvel», descreve.

 
Também o conceito de tempo livre tem sofrido transformações, com a redução dos períodos para brincar e sem que as crianças sejam ouvidas.

Também a psicóloga clínica Lara Constante vê a «demasiada estruturação dos tempos livres das crianças» como uma diferença marcante em relação há 20 anos.

 
«A maior parte das crianças que acompanho tem um horário muito sobrecarregado de actividades, algumas sem um único dia verdadeiramente livre, em que possam brincar como entendam, criar, desenvolver-se», conta.

 
Mesmo os tempos fora da escola são demasiado estruturados. Fica assim a faltar criatividade nas brincadeiras e capacidade para inventar o que se faz no tempo livre.

 
«As crianças tornaram-se também mais dependentes, mesmo nas brincadeiras. Têm mais dificuldade em relacionar-se socialmente e em verbalizar os afectos», acrescenta a psicóloga infantil.

 
Há 20 anos, a vida familiar era diferente e havia uma comunidade próxima mais disponível para ajudar a ir educando as crianças.

 
Actualmente, a sobrecarga profissional dos pais e de muitos avós fá-los ceder mais facilmente à imposição dos filhos, enquanto a culpabilização pela falta de tempo é trocada por presentes: «Nota-se uma grande dificuldade em estabelecer uma sintonia entre mimo versus regras».

 
Contudo, em duas décadas a criança beneficiou também da evolução da sociedade.

 
«O ensino pré-escolar é frequentado por um número cada vez maior de crianças. Entrar numa escola aos três anos traz muitos benefícios, até porque é a altura em que se começa a desenvolver o relacionamento social», refere Lara Constante.

 
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 1990/91 a educação pré-escolar não obrigatória abrangia cerca de metade das crianças entre os três e os cinco anos, enquanto em 2007/2008 já cobria 80 por cento.
Luís Januário alerta porém que há pouco de comum entre uma criança de um colégio privado no Porto ou Lisboa e outra cuja escola encerrou numa aldeia em Lamego.

«Há pouco em comum entre uma das 10 mil crianças institucionalizadas e uma outra vivendo com uma família que a estima. Entre uma criança com os pais desempregados e outra com pais economicamente estáveis. Entre um filho de emigrantes de uma minoria linguística e outro cujos pais escrevem em português segundo o novo acordo ortográfico. Entre uma criança negligenciada ou maltratada e outra que é acarinhada», exemplifica.



Lusa / SOL

sexta-feira, agosto 27, 2010

Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35 mil euros - DIVULGUEM!!!

Eu já usei esse direito. Um dia, sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto muito bem apresentado com uma broa deliciosa. No final apresentaram-me a conta, onde o dito cujo era mais caro que a refeição. Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a importância da factura.
Economia

Maioria dos consumidores desconhece

Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório
Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multa e até pena de prisão

Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.

O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».

O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».

Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».

Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros

«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.

Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4)

O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»

Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.

Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».


DIVULGUEM !!! E NÃO PAGUE .

sexta-feira, agosto 13, 2010

JUSTIÇA A PRÉMIO

A crise na Justiça, em brasa após o despacho do Freeport, é um dos temas centrais do discurso de Passos Coelho na Festa do Pontal, amanhã à noite, em Quarteira. Por outro lado, a derrapagem na execução orçamental será apontada contra Sócrates, nesta rentrée do PSD.

 
Também sobre a actual situação da Justiça em Portugal, Rui Alarcão, membro do Conselho Superior do Ministério Público designado pelo ministro da Justiça, defende que este órgão deve reunir o mais depressa possível. «A actual situação do MP, com problemas muitos graves, justificaria uma reunião extraordinária do Conselho» – afirmou ao SOL.

Num dos casos da actualidade, as razões que levaram Cândida Almeida, directora doDepartamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), a fixar o dia 25 de Julho como prazo limite e «definitivo» para a investigação do caso Freeport – apesar de ainda estarem pendentes várias diligências, como a inquirição do primeiro-ministro, José Sócrates – estão por explicar. Segundo o SOL apurou, no processo não consta qualquer despacho que fundamente aquela data e o despacho final dos procuradores titulares do caso adensam o mistério.

À margem do processo, houve foi uma troca de ofícios com a Procuradoria-Geral da República, em que Cândida Almeida alega que a 25 de Julho o inquérito deixaria de estar coberto pelo segredo de justiça. No entanto, segundo fontes judiciais explicaram ao SOL, «o fim do segredo de Justiça não impedia que o inquérito continuasse».



paula.azevedo@sol.pt, manuel.a.magalhaes@sol.pt e helena.pereira@sol.pt

 A falta de credibilidade dos diversos Agentes da Justiça, - todos eles NOMEADOS pelo Poder politico -, é o maior a e mais grave problema que a Justiça enfrenta nos últimos 800 anos na Historia de Portugal.

È evidente e lamentavel que a Justiça tenha varios pesos e várias medidas e várias velocidades - responsabilidade das herarquias e dos decisores, Magistrados do Ministério Publico e Juizes, e do poder politico e da area geografica -, mas o POVO sem cultura, sem ATITUDE, comodista e que só fala mas não morde, leva-nos a todos para este buraco sem fundo.

Podemos atribuir responsabilidades e muitos, mas a culpa é de todos nós que permitimos que tudo isto aconteça.

Lembrem-se que as coisas não aconteçem  só aos outros, aconteçe a nós tambem, é uma questão de tempo.

Isto toca a todos nós !!!, Amanhã é tarde demais...

quarta-feira, agosto 04, 2010

Férias judiciais não são férias dos juízes, procuradores e funcionários da justiça

Sócrates quis reduzir as férias judiciais. Depois de muita tinta, ficou um mês e meio de paragem. Mas as portas dos tribunais não fecham


Nem toda a justiça portuguesa vai a banhos entre 15 de Julho e 31 de Agosto. Processos urgentes, como os casos em que os arguidos estão presos, não param durante no período de férias judiciais. A maioria dos prazos processuais ficam suspensos e, segundo a lei, é nesta altura que os operadores judiciais (juízes, magistrados do Ministério Público, funcionários da Justiça) devem tirar férias.
A confusão instalou-se no início do mandato de José Sócrates em 2005. Anunciou que ia reduzir as férias judiciais de Verão de dois meses para apenas um. A ideia que passou para a opinião púbica foi que os magistrados e funcionários judiciais tinham férias nesse período, e, logo, substancialmente mais tempo de paragem do que o cidadão comum.

 
Mas, desde sempre, que juízes, procuradores e funcionários judiciais têm apenas 25 dias úteis de descanso e devem, segundo a lei, gozar as mesmas preferencialmente no período das férias judiciais. A associação sindical dos juízes esclarece que "o período de suspensão da actividade dos tribunais para os actos processuais não urgentes, designado de férias judiciais, nada tem a ver com a duração das férias profissionais dos juízes, dos procuradores ou dos funcionários, que é apenas, como sempre foi, o legalmente previsto para todos os funcionários do Estado".

 
Segundo as indicações do Conselho Superior da Magistratura (CSM), os juízes devem gozar as suas férias "preferencialmente, durante o período das férias judiciais", ou seja, de 22 de Dezembro a 3 de Janeiro, do domingo de Ramos à 2.ª feira de Páscoa, de 1 a 31 de Agosto ou de 15 a 31 de Julho. Em períodos diferentes só "por motivo de serviço público, justificado ou outro legalmente previsto".

 
A definição deste modelo pelo CSM é criticada por vários juízes. Ou seja, e conforme escreveu Edgar Taborda Lopes, vogal do CSM: "Se o Governo tivesse utilizado a expressão regulamento, ninguém teria dúvidas em afirmar que tal delegação de competências seria inconstitucional, porque o CSM não se integra na Administração Pública, enquanto tal". A forma de contornar o assunto foi, para o vogal, substituir a palavra regulamento por modelo.

 
Absurdo, as férias judicias não significam então que os tribunais fecham de 15 de Julho ao final de Agosto.

O presidente do sindicato dos funcionários judiciais, Fernando Jorge explicou ao i que mesmo em processos simples, como as detenções por condução sob o efeito do álcool, "se houvesse uma detenção a 16 de Julho, e os tribunais fechassem as portas, por absurdo, o condutor estaria detido um mês e meio".
Há processos com arguidos presos preventivamente que têm que seguir o seu caminho, há diligências no âmbito dos processos que não podem ser interrompidas e, por exemplo, uma providência cautelar pode exigir advogados, magistrados e funcionários judiciais. E estes estão no tribunal, ao contrário do que o PS deixou transparecer para a opinião pública em 2005.

 
Mas as férias judiciais têm que continuar a existir, sob pena dos advogados nunca poderem gozar períodos de lazer. É nesta altura em que a maioria dos prazos estabelecidos por lei deixam de correr, o que permite aos juristas que não estejam envolvidos em processos urgentes, interromper a prática da advocacia.
 
por Augusto Freitas de Sousa , Publicado em 04 de Agosto de 2010, in jorrnal I

segunda-feira, agosto 02, 2010

Para fazer alguém feliz é necessário mantê-lo ocupado

Para fazer alguém feliz é necessário mantê-lo ocupado


Estudo publicado no jornal da Association for Psychological Science, 2010-07-29.

As pessoas correm para evitar o ócio.

Segundo a mitologia grega, os deuses castigaram Sisyphus, condenando-o a fazer deslizar uma rocha por uma íngreme colina para a eternidade, mas foi melhor do que deixá-lo apenas sentado num espaço até ao fim dos tempos, de acordo com o estudo dos investigadores da Universidade de Chicago.

A investigação foi publicada no jornal da Association for Psychological Science.
Os autores da investigação defendem que quem tem alguma coisa para fazer, mesmo que seja algo sem importância, é mais feliz do que aqueles que ficam de braços cruzados. Na sociedade moderna, “a ideia geral de estar interessado em alguma coisa é porque as pessoas estão ocupadas a fazer o que têm de concretizar no dia-a-dia”, explica Christopher K. Hsee, co-autor do estudo, em parceria com Adelle X. Yang, da mesma instituição e Liangyan Wang, da Universidade de Shanghai Jiaotong.

“As pessoas correm numa azáfama desmedida, trabalhando duro, muito para além do nível básico da sua necessidade. Existem razões óbvias, como dinheiro, conseguir fama, ajudar os outros, etc”. Mas, Hsee diz, que há algo mais profundo: “Temos excesso de energia e queremos evitar o ócio”.
Ir mais longe para não esperar

O estudo foi baseado na realização de questionários a um grupo de voluntários. Após preencherem o primeiro, estes tiveram de esperar 15 minutos até ao segundo. As opções eram deixar o inquérito concluído num local próximo e esperar o tempo restante ou deixá-lo num sítio mais distante, onde andar para trás e para frente seria uma forma de mantê-los ocupados durante os 15 minutos. A recompensa era um doce, do mesmo género em qualquer das hipóteses escolhidas. Os voluntários que optaram por permanecer ocupados mostraram-se estar mais felizes do que os que escolheram ficar à espera.
Nem todos optaram por se deslocarem para o local distante. Como os doces oferecidos em ambos os destinos eram os mesmos, alguns indivíduos mostraram-se mais propensos a ficar à espera. Mas caso os doces fossem diferentes, inclinavam-se para a localização distante, para poderem justificar a viagem, referem os cientistas.

Para Hsee, as pessoas gostam de estar ocupadas, e de justificarem aquilo que fazem em benefício da sociedade. “Se conseguirmos conceber um mecanismo para pessoas ociosas, de forma a levá-las a exercer uma actividade é melhor do que o excesso de tarefas". O próprio investigador já é conhecido por dar aos seus assistentes de investigação tarefas inúteis, quando não têm nada para fazer e justifica que é melhor do que estarem sentados no escritório, entediados e deprimidos. “Pode não ser muito ético, mas estão felizes”, revela.

sexta-feira, julho 30, 2010

Young Entrepreneurs Networkers



Soube que a Universidade de Aveiro desenvolveu, em conjunto com a Câmara  Municipal ou a entidade gestora do seu Estádio (não sei detalhes e não encontrei informação em tempo útil), um concurso através do qual desafiou os estudantes a propor soluções de viabilização do referido Estádio. Não me deterei aqui sobre quem ganhou, concerteza com um excelente projecto, mas sobre a iniciativa. Tudo nela me soa bem!
Logo à partida, tem o mérito de colocar umas boas dezenas de jovens dedicados à criação de ideias, para um problema de solução difícil.

Promove-se o tão falado empreendorismo! Já agora, note-se que logo à entrada na escola, a criança começa a ser formatada para não ser nada empreendedora: o céu é sempre azul, as árvores são verdes, niguém conhece a imagem de deus ou do diabo, etc., etc. Depois, quando entram nas universidades tenta-se a todo o custo que sejam inovadoras, criativas, que corram riscos e lá voltam os jovens (que nunca mais serão tão criativos como aos 4 aos 5 ou aos 6 anos) a fazer mais um cursinho que os ajuda a promover o espírito empreendedor. (A este propósito Sir Ken Robinson é brilhante: vejam-se as suas conferências através de www.ted.com “Ideas Worth Spreading”.) Bom, os jovens começaram então a criar as suas soluções para o dito Estádio e assim surge o segundo grande mérito: o envolvimento da comunidade na solução dos seus próprios problemas, ao invés da tentativa de solução à porta fechada.

Sabemos também que muitos em conjunto pensam muito mais do que muitos individualmente, por isso, diz-se que o todo é maior que a soma das partes. Claro que dezenas de jovens a ter que pensar efectivamente sobre um problema (e não apenas criticá-lo na mesa do café), é muito mais produtivo e rentável do que meia dúzia de pareceres de individualidades de competência indiscutível. Para além de ser a “custo zero”.
Envolvida a comunidade, posta a universidade a pensar, o único risco que se corre é que de facto surja uma boa ideia. Parece que foi o que aconteceu! Parabéns Aveiro por esta iniciativa.“Nós por cá”, assistimos ao longe à novela UDL / Leirisport e aguardamos que uma solução seja encontrada, qual Rei D. Sebastião, em noite de nevoeiro. Não acredito que o D. Sebastião por aí ande mas menos ainda acredito numa solução milagrosa para o Estádio. E note-se que esta afirmação nada tem a ver com quem está ou não está na sua gestão: o problema do Estádio ultrapassa a capacidade de resolução das pessoas que nele estão envolvidadas. O problema do Estádio só pede soluções criativas, inovadoras, rentáveis, apelativas, mobilizadoras. Eu não as tenho mas acredito que muita gente tenha ideias interessantes que podem ser transformadas em projectos viáveis. Porque não copiar Aveiro?
Porquê é que temos que ser sempre nós a inventar aquilo que já foi inventado por outros? Porque não replicamos boas práticas? Porque estamos sempre à espera do nosso momento “Eureca” e não aproveitamos o dos outros?
Hoje em dia, parece-me que pouco há para inventar. Há sim projectos criados, testados, bem sucedidos, que devem ser replicados tanto quanto possível e respeitando as singularidades de cada cidade, de cada espaço, de cada comunidade.

A mim, não me chocava nada ver no jornal: “Vamos fazer o que os outros já fizeram” (ao contrário do P. Abrunhosa)! Desde que tenha sido bem feito! Porque não? O Conde de Sandwich inventou a sandes no Século XVIII (dizem...) e nós continuamos a comê-la!

Patrícia Ervilha


Visite Young Entrepreneurs Networkers em: http://www.yenportugal.com/?xg_source=msg_mes_network

sexta-feira, julho 16, 2010

Abram os olhos !!

"As pessoas precisam de entender que estão a ser burladas. O País não pode continuar a ser dirigido por trafulhas..."(Dr. Medina Carreira)


O nosso futuro

Apesar de não parecer, a História não acontece da mesma maneira mais do que uma vez.


Há sempre diferenças porque a economia mundial é um gigantesco Sistema Adaptativo Complexo.

Embora haja leis universais, sob as quais todos se regem, o modo de as integrar é diferente.

No entanto, tal como Maquiavel dizia, o mundo sempre foi povoado por seres humanos que sempre tiveram as mesmas paixões, ou por outras palavras, por muito que as coisas mudem fica geralmente tudo na mesma, o governador e o governado podem trocar de posições mas haverá sempre governadores e governados. Como alguém disse: conquistámos o inimigo, ocupámos o seu lugar, agora somos nós o inimigo.

Por muito que os intrumentos e as nações mudem, as paixões ditam o mesmo desfecho a toda a hora.

Daí a pergunta:

Haverá novamente uma Grande Depressão?

E a resposta:

Sim e Não.

Haverá países com imensa inflação e outros com imensa deflação.

Aqueles que se limitam a juntar alguns gráficos de 1929 e sobrepô-los a gráficos actuais terão muitas surpresas.

Nem havia na altura crises orçamentais gigantes nos países quase todos, nem há hoje em dia o padrão ouro a dominar as moedas globais.

Na altura, quando toda a Europa colapsou à excepção da França, todos esperavam ser os EUA os próximos a caír, mesmo não tendo os EUA um enorme deficit, mas a questão era a do dólar ser ou não convertivel.

O exodo para investimentos de qualidade na altura não foi para o dólar ou obrigações americanas, mas isso foi apenas uma consequência do dólar ser directamente convertível em ouro. Logo, a fuga foi para o ouro.

Assim que essa paridade desapareceu por decreto, tivemos uma enorme subida da bolsa nova iorquina, que só parou em 1937.

Porque as empresas ficaram melhores?

Não, porque depois de suspensa a paridade o dólar deixou de ser ouro, logo deixou de ter tanta beleza, tendo começado a depreciar relativamente ao metal amarelo, trazendo a inflação e a consequente subida dos preços das acções.

Assim a fuga para a qualidade foi para a bolsa porque apostar no dólar, um investimento em depreciação seria um suícidio.

Isso significa que as subidas da bolsa nada querem dizer relativamente à saúde da economia.

Em 1933, com um desemprego superior a 25% nos EUA a bolsa já subia ininterruptamente há mais de um ano.

Por isso podemos dormir descansados sabendo que as coisas podem ainda piorar mesmo que a bolsa esteja a subir.

O efeito da revolução industrial na agricultura foi simplesmente monumental.

Em meados do século XIX, 70% dos empregos eram agrários, nos anos 30 eram 40% e nos anos 80 eram apenas 3%. Quer a meteorologia quer a tecnologia conspiraram para privarem os trabalhadores de terem empregos.

As semelhanças entre a Grande Depressão e a depressão europeia de 1340 são impressionantes.

Também nestes tempos a dívida soberana obrigou a colapsos financeiros em Inglaterra e em Napoles.

Todas as casas de câmbio (os bancos de então) em Florença (onde os Medici floresceram depois deste evento) desapareceram.

Esta crise começou a mover-se do Sul para o centro financeiro da Europa.

Na crise seguinte, em pleno século XVI a Espanha e a França colapsaram de forma a quase derrubar também o sistema bancário alemão. Isto tornou os Holandeses os principais financeiros europeus.

Contudo, em 1340, a depressão foi ainda maior depois do ataque à colónia genovesa do Mar Negro, trazendo a praga da peste negra, depois trazida para a Europa pelos genoveses em fuga.

Mais de 50% da população desapareceu, abrindo assim as portas ao moderno capitalismo, uma vez que o trabalhador se tornou um bem muito escasso.

Tal como então, foi o repentino desaparecimento da população que incentivou o boom económico europeu no século XX, com a II Grande Guerra, onde foram dizimados mais de 60 milhões de pessoas em 5 anos.

Em ambas as crises, foi comum a redução drástica da população, com um efeito de uma enorme inflação subsequente.

Assim, pondo em perspectiva a economia mundial ao longo dos séculos, existem tendências e padrões que se repetem tanto que se impõem como autênticas leis, pois independentemente do período temporal tudo se conjuga do mesmo modo.

O denominador comum é sempre a paixão/emoção. Agimos sempre do mesmo modo relativamente a eventos semelhantes.

É interessante ver que os governos tentam reinventar a roda por diversas vezes na História, sem nunca se perguntarem se alguma dessas coisas já foi tentada no passado, e se sim, com que resultados.

O capital foge de crises económicas antecipadas e o capital está neste preciso momento a voar para o dólar. E porquê?

Por causa do Euro.

Se o Euro quebrar iremos ter tempos totalmente doidos pela frente, com o capital mundial a fugir apressadamente para o ouro e para o dólar.

Acaberemos então com uma única moeda mundial?

Provavelmente.

E provavelmente será uma moeda forte e estável como o ouro foi até Bretton Woods mas que servirá apenas de reserva. Não de uso corrente, pois os países precisam de flexibilidade no seu câmbio para combater crises de endividamento, veja-se a Grécia e a Califórnia, que não conseguem desvalorizar a moeda e que enfrentam a bancarrota do seu próprio orçamento.

Significa isto que o tempo do Estado grande irá certamente morrer.

É provável que o dólar possa subir desmesuradamente mas por muito pouco tempo.

Depois, apenas inflação… muita inflação.

O desemprego subirá brutalmente mas virá não de trabalhadores agricolas como nas depressões passadas mas sim… de FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.

As empresas privadas já levaram com a estalada da crise em 2008 e 2009. Este ano já todas tomaram medidas extraordinárias. Já todas aprenderam a viver com menos, e as que não o fizeram ainda têm muito tempo para fechar.

Mas o Estado nada fez e ainda por cima é aquele que nada produz na economia.

Os Estados chegarão ao ponto de terem mais trabalhadores a servir o público do que público para ser servido, e inevitavelmente isso vai mudar.

Assim, à pergunta inicial se teremos uma depressão como nos anos 30, a resposta é Não.

Mas teremos instabilidade e volatilidade? Sim, uma enorme e impensável instabilidade e volatilidade dos números económicos.

Estamos numa encruzilhada muito séria.

O colapso é sempre a solução para o Estado gastador e metediço. Como Thatcher dizia, o Estatismo funciona apenas enquanto houver dinheiro dos outros para gastar. E o dia em que esse dinheiro acaba chegou.

Os governos estão a aumentar os impostos desmesuradamente, multando e penhorando tudo o que podem deitar a mão, mas simplesmente não podem declarar que tudo pertence ao Estado como tentou o imperador romano Maximinus.

Não resultou.

Matou a economia e reduziu a velocidade do dinheiro até terminar com o total colapso do império romano.

A resposta é não nos metermos com o dinheiro arduamente ganho das pessoas.

Devemos sim criar uma nova moeda, salvar a sociedade e ainda ter protecção social se terminar a ladroagem dos poderosos.

A alternativa até que os políticos percebam isso será a de tornar todo o cidadão num espião do Estado, pagando-lhe 10% de comissão por cada fuga aos impostos que denunciar, desde o grande burlão ao cliente que não pede factura num café.

Como infelizmente os Estados nunca fazem os passos correctos, mas sim cumprem os passos que não resultaram em épocas anteriores, há o risco real de um completo e total colapso da nossa economia.

Assim que a população perceber que poderá não haver nada para lhes pagar reformas e subsídios, o caos social sairá à rua.

São estes os padrões de comportamento dos afectados, e é assim que irão reagir, como no passado.

Por isso mesmo, e antes que seja tarde, é primordial perceber os padrões que vamos ter em jogo nos próximos tempos…

Esperemos que não se repitam… Mas as esperanças são poucas…

http://portal.apefipt.org/

terça-feira, julho 13, 2010

O Amor

Khalil Gibran, o Amor



ENTÃO Almitra disse:
-Fala-nos do Amor.
Ele levantou a cabeça e olhou o povo; um silêncio caiu sobre eles.


E disse com voz forte:
- Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;
ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados.
E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;
ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir.

 E quando vos falar, acreditai nele;
apesar de a sua voz
poder quebrar os vossos sonhos
como o vento norte ao sacudir os jardins.

 Porque assim como o vosso amor vos coroa,
também deve crucificar-vos.
E sendo causa do crescimento,
deve cuidar também da poda.

 E assim como se eleva à vossa altura
e acaricia os ramos mais tenros
que tremem ao sol,
também penetrará ate às raízes
sacudindo o seu apego a terra.

 Como braçadas de trigo vos leva.
Malha-vos até ficardes nus.
Passa-vos pelo crivo
para vos livrar do palhiço.

 Mói-vos até à brancura.
Amassa-vos até ficardes maleáveis.
Então entrega-vos ao seu fogo,
para poderdes ser
o pão sagrado no festim de Deus.

 Tudo isto vos fará o amor,
para poderdes conhecer
os segredos do vosso coração,
e por este conhecimento


vos tornardes um bocado
do coração da Vida.


Mas, se no vosso medo,
buscais apenas a paz do amor,
o prazer do amor,
então mais vale cobrir a nudez
e sair da eira do amor,
a caminho do mundo sem estações,
onde podereis rir,
mas nunca todos os vossos risos,
e chorar,  mas nunca todas as vossas lágrimas.
O amor só dá de si mesmo,
e só recebe de si mesmo.
O amor não possui
nem quer ser possuído.
Porque o amor
basta ao amor.


Quando amardes, não digais:

-Deus está no meu coração, mas antes:

- Eu estou no coração de Deus.


E não penseis
que podeis guiar o curso do amor;
porque o amor, se vos julgar dignos,
marcará ele o vosso curso.


O amor não tem outro desejo
senão consumar-se.
Mas se amardes, e tiverdes desejos,
deverão ser estes:


Fundir-se e ser um regato corrente
a cantar a sua melodia à noite.


Conhecer a dor da excessiva ternura.
Ser ferido pela própria inteligência
do amor, e sangrar
de bom grado e alegremente.


Acordar de manhã com um coração alado
e agradecer outro dia de amor.


Descansar ao meio dia
e meditar no êxtase do amor.


Voltar a casa ao crepúsculo
com gratidão;
e adormecer tendo no coração
uma prece pelo bem amado
e um canto de louvor na boca.


.in "O Profeta"

.de Khalil Gibran

terça-feira, julho 06, 2010

para reflexão, mantendo o espirito aberto ao desconhecido e atitude positiva e critica

O nascimento de uma nova humanidade?
O que será a mudança de consciência?

Dr. Dieter Duhm
Traduzido por Rita Duarte

Introdução:

Exerço o meu trabalho na Oficina do Futuro Tamera em Portugal, em temas tais como a Evolução, a História e o Futuro.

Através do meu papel como líder, tenho contactado com várias linhas de conhecimento de diversas épocas, culturas e profecias reunidas na nossa rede global.

Nas últimas três décadas, tem-se vindo a formar uma extensa matriz de dados e de informação sobre o desenvolvimento do Ser Humano e da Terra. Este quadro aprofunda-se ainda mais com o trabalho trance direccionado para visões do futuro e por informações mediúnicas que a minha companheira Sabine Lichtenfelds tem recebido.

O resultado foi um prognóstico extremamente claro.
PARTE 1: Síntese da Mensagem

O ano de 2012 do calendário Maia, não marca o fim do Mundo mas significa o auge no processo de transformação global. A Humanidade mudará o rumo da sua evolução.

Como resultado de eventos cósmicos, o campo magnético da Terra irá mudar e com este também mudarão os campos cerebrais do ser humano. Isto estará ligado a mudanças significativas na consciência. Novos padrões de percepção e pensamento levarão a novas formas de vida em conjunto, incluindo uma nova relação entre os géneros humano, baseada na verdade e na confiança.

O tema da sexualidade não estará mais ligado ao trauma colectivo do medo e da violência, mas antes ao da gratidão e da alegria. Os canais que há muito se encontram fechados devido à história traumática da guerra, abrir-se-ão para a compaixão e para o amor.

Um poder que pode ser chamado de “Impulso de Cristo” manifestar-se-á a nível mundial. Através de uma cadeia global de eventos, a humanidade irá redescobrir a sua estrutura de cura interior, pois esta consiste no seu programa genético.

Irão abrir-se muitas novas portas para o contacto com os seres da natureza. A nova conexão com a fonte divina levará a uma conexão e solidariedade com todas as outras criaturas.

Não se trata de um sonho privado, mas dum desenvolvimento colectivo.

O padrão cósmico a que chamamos de “Matriz Sagrada” está dentro de todos nós como enteléquia definitiva de uma nova civilização. A manifestação de uma nova civilização planetária não se realizará, é claro, de um dia para o outro, mas antes como resultado de uma sequência progressiva de mudanças que criarão nos próximos anos, através de poderes cósmicos e decisões humanas, um movimento global.

PARTE 2: Mensagem Detalhada
Caros amigos em todo o mundo!

Saudamos os povos da Terra. Saudamos os grupos em todos os continentes que preparam a nova Era. Saudamos a comunidade planetária que se desenvolve. Estamos perante uma enorme transformação cósmica. A grande paz com a qual temos sonhado em vão durante tanto tempo poderá agora concretizar-se, se a humanidade relembrar as suas origens e construir a sua cultura em novos fundamentos. Este processo já começou. Uma crescente parte da humanidade está a tomar consciência que os fundamentos da civilização da Terra já não são aceitáveis. A autodestruição da humanidade já decorre há muito tempo e será irreversível se não mudarmos o rumo da evolução humana e, para tal não requeremos uma data específica.

Um conceito mal direccionado de globalização está a levar à destruição das necessidades básicas da vida global desde a ionosfera até ao fundo dos oceanos. Muitos dos habitantes da Terra, incluindo o mundo animal, encontram-se neste momento num sofrimento indizível.

Aproximamo-nos do desastre e, as guerras civis, assim como as catástrofes naturais, provavelmente continuarão a aumentar. O sofrimento global só pode ser terminado com uma mudança fundamental na consciência colectiva, através dos poderes genéticos de cura que têm origem no centro do grande hólon a partir do qual a Terra, o ser humano e todas as criaturas estão conectadas entre si.

A data Maia de 2012 representa uma mudança planetária de consciência. Estamos perante uma oportunidade cósmica: uma grande porta está a abrir-se.

Não Apocalipse, mas sim Renovação:

É sabido que uma estranha atitude domina actualmente a humanidade. Cenários apocalípticos parecem ser mais atractivos do que visões bem fundamentadas de cura. Mas a mudança cósmica e terrestre que está a decorrer neste momento, não se refere certamente, a um apocalipse, mas sim a uma renovação e cura.

O fim do calendário Maia descreve o final dos velhos campos de consciência, que têm vindo a dominar a humanidade há muitos anos. Não é o fim do mundo, mas pode ser o início de uma nova evolução. Entramos numa nova era. Os padrões colectivos básicos de percepção mudam através de campos de poderes planetários e cósmicos e novos padrões de comportamento serão criados.

O calendário Maia termina dia 23 de Dezembro de 2012. Esta data está de acordo com algumas previsões astronómicas. Um ponto alto na actividade solar e a coincidência com outros eventos cósmicos irão trazer uma mudança no campo magnético da Terra. Isto levará a uma mudança nos campos do cérebro humano. Haverá uma modificação dos padrões de frequência neuronal e, com ela, mudar-se-á a forma como recebemos e respondemos às informações do mundo exterior. Isto poderá levar a uma mudança de encontro às frequências alfa. Os segmentos de tempo irão expandir-se e a vida tornar-se-á, de certa forma, mais “lenta”. O ritmo de exalação irá fortalecer-se, resultando num “desarmamento” dos nossos corpos e numa abertura aos centros sagrados da vida, localizados no abdómen. Camadas suprimidas da alma humana serão novamente activadas. Frequências da antiga Era das Deusas poderão tornar-se efectivas a um outro nível.

Conectado a isto está uma mudança de consciência que conduzirá a humanidade a um novo nível mental e espiritual. A nossa percepção mental e espiritual irá encontrar aspectos do mundo que até então tinham estado fora do nosso campo de percepção e novos padrões de interpretação da nossa vida quotidiana serão desenvolvidos.

Poderemos assim reconhecer que tudo está interligado e que acções locais pela paz podem ter efeitos globais.
Uma nova consciência e abertura do corpo físico

A literatura contemporânea refere que nos aproximamos de uma “mudança de frequência”, ou de um “salto de consciência para uma nova dimensão”. Por exemplo, haverá uma profunda mudança na nossa relação entre a vida e a morte, entre o aqui e o além. Mudando de frequência, uma forma de “vibração eterna” tornar-se-á o cenário da nossa consciência. A Humanidade tornar-se-á mais receptiva a mensagens dos domínios transcendentais do mundo.

Os órgãos de percepção irão abrir-se às influências do universo. A nova dimensão de consciência não consiste somente na área “espiritual”, mas particularmente nos temas básicos do nosso corpo, na nossa existência sensual e na incorporação energética da vida como um Todo.

Através da activação de poderes energéticos subtis, a nossa existência material e corporal irá mudar e tornar-se cheia de luz. Estas mudanças que já podemos prever, dizem respeito às áreas do Eros e da religião, do fortalecimento das energias femininas, do “desarmamento” dos homens, do desenvolvimento de novas relações de confiança entre os géneros humano, de uma nova amizade com os animais e uma nova conexão com a grande família da vida. Bloqueios do corpo e da alma que até agora fizeram o contacto e a compaixão impossíveis irão dissolver-se. Surgirá uma nova vibração natural de participação, compaixão e empatia com toda a criação.

Será uma frequência de unidade, que irá moldar o nascimento da nova consciência e assentará novas bases para a sociedade humana. O hólon, a unidade, já não será apenas um conceito filosófico, mas sim uma experiência elementar da alma. O hólon será, assim, o sagrado.

A experiência no deserto

Alguns representantes de grupos internacionais realizarão em 2011 uma experiência de planeamento, com a finalidade de fundar a primeira cidade no deserto, na qual os novos poderes de consciência poderão crescer organicamente. Os planos para este projecto têm vindo a ser desenvolvidos nos últimos 20 anos. Já existem novos métodos de providenciar água, comida e energia em áreas desérticas.

Na segunda e terceira décadas do século XXI, cidades no deserto com 3000 a 5000 pessoas poderão desenvolver-se e demonstrar que um completo recultivo e repovoação da Terra é possível sem mega-tecnologias e sem destruir a natureza. Será tudo possível através de novas formas de cooperação com as energias cósmicas, forças da natureza e com todas as criaturas. O princípio para tudo isto é comunicação básica solidária entre todos os participantes, limpa de todos os vestígios de medo e de violência. A razão pela qual estes novos modelos de formas de vida poderão espalhar-se surpreendentemente rápida, é devida à mudança de frequência propagada a partir do ano de 2012 pela Terra.

A mudança das estruturas internas

A humanidade tem vindo a crer, durante muito tempo, que pode ultrapassar as deficiências societais através de mudanças e reformas, através da democracia e de conferências, através de apelos morais e da razão. Mas obviamente, o oposto ocorreu. A guerra global não pode ser ultrapassada enquanto os humanos não tiverem ultrapassado as suas estruturas internas subjacentes e os seus padrões de pensamento. Em ambos os casos, vemos as mesmas estruturas de trauma humano colectivo, originadas desde há centenas de anos de guerras, destruição, deslocamento e amor destruído. Padrões de pensamento colectivo do medo e da violência são o fundamento da cultura humana actual.

Padrões neuronais foram criados no cérebro pela violência e pela dor, tendo-se acumulado e transformado em fortes crenças. Existem frases tais como “o mal tem que ser castigado”, “o inimigo só pode ser vencido pela violência”, “a guerra faz parte da vida”, “o ciúme é parte do amor”. Os subterrâneos colectivos da alma humana estão repletos de cenas infernais, de julgamento e vingança, de pecado e condenação eterna.

Hábitos de pensamento por norma inconscientes e automáticos estão por trás da nossa miséria quotidiana. A este respeito, a data de 2012 terá um especial significado. Através do campo magnético modificado da Terra e de acordo com os padrões igualmente modificados do cérebro, os velhos padrões de pensamento irão dissolver-se e darão espaço a novas conexões. A activação de novos padrões neuronais irá iniciar novas percepções, novas imagens, novas informações e novos impulsos orientadores no cérebro, assim como no núcleo das células (ADN).

Os padrões entelequiais de autocura, de alegria de viver, de pertença e de amor, que há muito estão escondidos por detrás dos padrões traumáticos, serão revelados.

Não esperamos que um único evento ocorra exactamente no dia 23 de Dezembro de 2012, mas consideramos antes que o processo de transformação que tem vindo a desenvolver-se irá ser propulsionado por esta data Maia. Um processo de cura que já tem vindo a tomar lugar nos bastidores do mundo, poderá ser revelado pela conjunção de diferentes ciclos astronómicos e conexões entre poderes divinos com poderes terrenos. A evolução tomará um claro passo em frente.

Do ano 2012 em diante, novas forças vitais dominarão o campo planetário. A longa preparação de diferentes grupos, cósmicos e terrenos, conduziu-os na direcção da cura. Não esperamos uma mudança imediata em todos os lugares do Planeta, visto que as novas frequências poderão entrar em colisão com as velhas, criando uma intensa turbulência.

Os cartéis de poder político e económico irão tentar impedir a renovação planetária. Pessoas que se adaptaram ao velho mundo irão rebelar-se contra os novos poderes. Por momentos, a colisão passará através de igrejas, escolas e famílias. Mas não será possível parar o processo, que é suportado por uma mudança no pensamento moral. Os poderes que sustentam o novo movimento mundial irão deixar de reagir aos ataques com julgamento e vingança. A inimizade não será mais respondida com inimizade, mas sim através da já fortalecida conexão com a nova frequência planetária. Os poderes de cura irão prevalecer, visto corresponderem a uma matriz cósmica superior e serem suportados pelo Universo. A humanidade dirige-se inevitavelmente para uma nova unidade. A frequência da emergente consciência planetária será mais forte do que diferenças religiosas ou nacionais e mais forte do que todos os interesses da esfera privada.

Ecologia profunda e cooperação com todos os seres

No campo da ecologia, haverá um desenvolvimento interessante: o início de uma cooperação com os espíritos da natureza, Devas e muitos outros seres com alma, cujo conhecimento da sua existência passa descuidadamente ao lado da maioria dos seres humanos. Iremos tornar-nos colectivamente aptos a ver estes seres, pois a percepção humana é agora energeticamente refinada e rarefeita. Inicia-se um novo tipo de cooperação. O ser humano não tem que fazer tudo sozinho.

Abundantes poderes de ajuda surgem e estão dispostos a cooperar se os humanos os percepcionarem e comunicarem com eles. Todo um exército de ajudantes está pronto para libertar o mundo da guerra. Os poderes cósmicos da luz que têm vindo a chegar ao nosso planeta nos últimos tempos são também sinais da sua presença e disponibilidade para ajudar.

Um aspecto essencial da nova dimensão é a reintegração da existência humana em ciclos de vida planetária. Este processo terá enormes consequências no desenvolvimento de futuras condições de vida, na água, nas energias e nos ecossistemas. Estas dimensões estão interligadas num subtil contexto de informação e de energia que até agora não podem ter sido vistas num mundo mecanizado.

Seres que até agora foram vistos como um estorvo, como formigas, larvas, ratos, moscas e muitos outros, são reconhecidos como seres que acarretam informação e estarão integrados em novos biótipos. São parceiros de cooperação natural do ser humano no seu caminho em direcção a um planeta sanado. E são, como os seres humanos, órgãos do todo da vida. Neste aspecto, a consciência humana irá receber um verdadeiro impulso ético. Não se mata ou tortura órgãos que pertencem ao mesmo corpo, como um só. A dor que o ser humano inflige nas outras co-criaturas volta para ele. Seguindo um estilo de vida não violento, deixa de ser uma questão moral, mas passa a ser uma questão nuclear de auto-preservação e autocura.

A água

O tratamento da água mudará também profundamente. A água é vida líquida. Os seres humanos irão aprender a purificar e a fortalecer as forças vitais da água e a usar os seus poderes de cura. A aquacultura nos novos centros não só servirá apenas como fornecimento de água e alimento, mas também de informações vitais de cura às paisagens circundantes, visto que a água é uma transmissor central de informação na Terra. O correr da água, sobre e sob o solo serve como distribuidor de campos de informação e pode ser naturalmente usada para a nova informação em toda a Terra. A nova economia é a da ecologia planetária. Parte deste fenómeno é a descoberta de como a água pode surgir através da acção combinada de poderes terrenos e cósmicos. Os tempos de seca, rarefacção da água e desertificação irão acabar para sempre quando o ser humano aprender a usar as possibilidades dadas pela cooperação com a natureza.
Catástrofes Naturais

Em conexão com a nova ecologia planetária surge uma nova relação com as catástrofes naturais. Na emergente consciência para a unidade de vida, prevalece uma nova descoberta: a profunda ligação entre o corpo terrestre e o corpo humano.

Através do bloqueio e da agitação de energias elementares da vida (orgónicas), estes corpos começam a tremer. No caso da Terra, terramotos, erupção de vulcões e inundações e, no caso do ser humano, doenças, psicoses e excessos de violência.

Através da reorganização de padrões de energia orgônica nas questões nucleares humanas, especialmente no que diz respeito à relação entre os géneros humano, uma nova ordem emerge na cooperação entre todos os seres e também em relação aos poderes da terra, água e clima.

Vivemos num sistema unificado de energia tanto na Terra como no Universo e, por isso, existe uma clara direcção para evitar catástrofes naturais: evitem as catástrofes humanas!

Libertem a alma e o corpo humano dos conflitos desesperados do passado. Desenvolvam uma nova civilização na qual o terrestre e o cósmico, as energias espirituais e sensuais possam se harmonizar.

O ano 2012 aponta para um poderoso início para este novo nível de evolução.
Um novo campo de poder feminino e um novo amor entre os géneros humano

Uma parte essencial da elevação de consciência que está por vir é o novo papel das mulheres na sociedade humana. Mudanças neuronais irão revelar padrões colectivos no pensamento e acção femininas, padrões presentes em civilizações arcaicas altamente desenvolvidas voltarão agora com um novo nível. Trata-se de uma re-conexão com a fonte feminina e com a autoridade feminina.

Para tornar a mulher governável e submissa ao patriarcado, a sua conexão com a fonte teve que ser amputada, os seus antigos santuários destruídos, a sua relação natural com todas as co-criaturas reprimida e a sua selvagem natureza sexual domesticada. A potência sexual do homem pode só desdobrar-se para com mulheres suprimidas. Estas estruturas ainda existem e resistirão a todas as tentativas de reforma enquanto o seu núcleo não for reconhecido. São parte do trauma colectivo.

Está na natureza da transformação presente que cada vez mais mulheres reconheçam estas conexões e deixem de reagir com ódio e vingança. Observamos que dentro de alguns anos um novo campo feminino irá estender-se sobre a Terra, no qual as mulheres irão redescobrir o seu papel entelequial na criação e com a sua força gentil irão quebrar as suas estruturas endurecidas para criar novos campos de poder para amar e para a solidariedade com todos os viventes.

Os homens irão experienciar o milagre da aceitação do feminino e largarão os seus papéis tradicionais de macho. Não irão mais para a guerra. Talvez este seja o aspecto mais profundo que todos podemos prever: toda a guerra irá terminar, terminando a histórica guerra entre os géneros humano. Iremos experienciar estes fenómenos logo na primeira metade do século XXI.
Conclusão

Todos estes processos em conjunto levam a uma mudança no paradigma básico dos nossos pensamentos e acções. Ciência, religião, arte e Eros, desenvolvimento urbano, tecnologia e ecologia irão tornar-se fundamentalmente diferentes no fim do século XXI, comparativamente com o seu início.

Todo o processo traz luz à existência corporal e ao mundo material, que se tornou demasiado denso. Agora está a tornar-se mais permeável, mais transparente e mais subtil. Isto é verdadeiro para toda a matéria, e também para o corpo humano. Uma sabedoria antiga revela-se: o mundo material não é comandado apenas por energias físicas mas também por energias do corpo e espírito e da alma, e pode por isso, ser mudado através do corpo e do espírito.

A humanidade tornar-se-á também capaz de mudar rapidamente e facilmente as estruturas materiais através do poder do pensamento. Inicia-se um novo movimento de pesquisa e de descobertas sem fim, comparável com o desenvolvimento contemporâneo dos computadores. Os corpos já não são pesados por causa do velho trauma. O amor tornou-se o poder universal. As suas frequências curam velhas feridas. O “não” colectivo aos impulsos da vida, originados pela longa guerra histórica serão substituídos pelo “sim” colectivo.

A amnésia colectiva será dissolvida por um processo colectivo de recordação. A humanidade irá voltar à sua fonte comum a partir de um elevado nível: à profunda ligação com tudo o que vive. A caminho do Um. Assim como Deus age na conexão com todos os seres.

A data de 2012 representa também a unificação dos poderes de consciência que até agora não puderam encontrar conexão. Como parte desta tendência para a unidade, poderes cósmicos irão ligar-se a poderes terrenos, poderes do corpo e do espírito com poderes corpóreos, forças Marianas com forças sexuais, os poderes de Cristo com os poderes políticos, os poderes científicos com os poderes mitológicos, os poderes técnicos com os poderes da arte. A partir destas novas conexões denominadas pela ciência como “estruturas dissipativas”, emergirão novas e até então desconhecidas composições e sínteses.

Uma nova sociedade planetária desenvolver-se-á através da sinergia destas correntes, consistindo em diversos elementos dos habitantes da Terra. Este movimento já começou. Consiste na conexão da mística oriental com a ciência ocidental, de Hopis com europeus, de Xamãs com modernos especialistas em alta tecnologia, de músicos de São Paulo, Lisboa, Jerusalém e Tamera.

Formam-se agora comunidades, em que das ditas conexões surgirão os modelos para a nova cultura planetária. A informação destes modelos espalhar-se-á por toda a Terra, conduzindo à fundação de novos centros comunitários. Vemos uma rede brilhante de tais centros comunitários pela Terra já em 2020, nos quais os novos fundamentos serão definitivamente estabelecidos para um novo mundo sem medo e sem guerra.

Trabalhemos juntos por uma nova visão da era pós-apocalíptica.

A nova Terra encontra-se actualmente em preparação.

Para mais informações, por favor contactar:

Institute for Global Peace (IGP)

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Portugal



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