domingo, fevereiro 20, 2011

Até na longínqua Rússia se fazem melhores análises do que se cá passa, do que nós mesmos conseguimos fazer, é triste, mas é verdade.
Jornal Russo http://www.facebook.com/l/57643NBO_45qbvWak8Io4Ap-MEA/Pravda.ru escreve 4 páginas sobre Portugal

 
" Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal pelo Governo liberal de José Sócrates, um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria."

 
E não é porque eles serem portugueses.

 
Vá ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e você vai descobrir que doze por cento da população é português, o povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata e Partido Socialista, gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Por quê?

Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?

Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia deixou-se a ser sugado é aquele em que a agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos estados unidos da América (onde havia de ser?) virtual fisicamente controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos, e Bruxelas, quem precisa de inimigos? Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha depois que suas tropas invadiram seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para sua indústria.

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos por motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de qual país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata, direita) e PS (Socialista, de centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir) e sua indústria (desapareceu) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas), a troco de quê?

O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza em uma base sustentável?

Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que estavam despejando bilhões através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque ele éconsiderado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi bem concebida, mas como sempre, mal planeada, o resultado de uma inepta, descoordenada e, às vezes inexistente localização no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.
Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini. Maserati. Foram organizadas caçadas de javali em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficou a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem. Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. E ele é um dos melhores.
Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanitário, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo diplomata excelente, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com seu discurso do que ele resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado por interesses instalados.

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projectos de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos.

Aqui estão os resultados:

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%). Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%) Concordo com o sacrifício (1%) Um por cento. Quanto ao aumento dos impostos, a reacção imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afectará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão. Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar. É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de ratings que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno para o PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado de suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal no ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos. Esses traidores estão levando cada vez mais portugueses a questionarem se deveriam ter sido assimilados há séculos, pela Espanha. Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que possam, estão fazendo. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico, e uma classe política abominável.


Timothy Bancroft-Hinchey

sexta-feira, fevereiro 18, 2011



Fonte: Facebook - Página: 1 milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Exmos, Senhores,
cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças -e todos vocês- não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio e o receio!

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.



Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.





http://correntes.blogs.sapo.pt/947511.html

domingo, fevereiro 13, 2011

quarta-feira, janeiro 05, 2011

I'LL BE MISSING YOU - Tribute To The Notorius B.I.G.



Dedico aos meus pais. Jose Patricio, hoje faz um mês sobre a sua morte, e à minha mãe, MAria Albertina, que no proximo dia 13 de janeiro faz um ano em que faleceu.
O meu Obrigado por tudo o que fizeram por mim, por tudo o amor e carinho que me deram, por tudo o que aprendi com eles... sinto muito orgulho nos meus pais.
Estão para sempre no meu coração.

terça-feira, novembro 23, 2010


PARTICIPE !!

Existem pessoas que alegam que nada vai mudar, que não adianta fazer greve, MAs nessa prespectiva porquê que quando alguem é vitima de um crime, por exemplo, vai à policia, recorre ao Tribunais, porque quer que seja feita justiça, porque o que quer alem de que se faça justiça e que NÃO voltar a acontecer o ...que lhe aconteceu, procura reparar os danos sofridos e IMPEDIR QUE NO FUTURO ACONTEÇA O MESMO, pois nesta greve e em outras uma das coisas que pretendemos é que amanhã o Governo, este ou outro qualquer, faça o que este tem feito, faz e irá continuar a fazer, isto se deixar-mos, claro.

domingo, novembro 07, 2010

sexta-feira, novembro 05, 2010

Tribunal de Contas arrasa a gestão do património da justiça.

Tribunal de Contas, em relatório divulgado ontem, arrasa a
gestão do património da justiça. Prisão de Lisboa volta para o Estado.

 
O Ministério da Justiça (MJ) vai ser obrigado a devolver à Estamo, do grupo Parpública, os 60 milhões de euros arrecadados em 2006 pela venda do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL). O prazo para desocupar as instalações terminou a 31 de Dezembro do ano passado, e, como não foi encontrada alternativa para albergar os reclusos, o dinheiro terá de ser devolvido ao comprador até ao final deste ano, com um penalização correspondente à taxa Euribor a seis meses acrescida de 0,25%. A denúncia é do Tribunal de Contas (TC) num relatório ontem divulgado, a que o DN teve acesso, onde também se alerta para o facto de os cerca de 1500 edifícios que compõem o património imobiliário da Justiça, assim como os arrendamentos, estarem a ser geridos sem rigor contabilístico. 
Segundo o TC, o contrato-promessa de compra e venda do EPL, assinado em 2006, por cerca de 60 milhões de euros, prevê que a prisão, situada numa zona nobre da cidade, em São Sebastião da Pedreira, teria de estar devoluta até ao fim de 2009. "O referido contrato estabelece também que, no caso de incumprimento, total ou parcial, por parte do segundo outorgante (MJ), haverá lugar à restituição, até 31 de Dezembro de 2010, da quantia entregue, com uma penalização correspondente à taxa Euribor a seis meses, acrescida de 0,25%, contada desde a data da outorga do contrato", lê-se no documento.
Quase um ano após o fim do prazo para desocupar o imóvel, o MJ ainda não iniciou nenhum processo concursal para a construção do anunciado Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo, em Almeirim, que deveria substituir o de Lisboa. Entretanto, diz o relatório do TC, desde 1 de Janeiro de 2008 que MJ paga, pelo EPL, uma renda mensal correspondente a 5% sobre 12 meses, calculada sobre o preço da venda do imóvel, actualizada anualmente pelo índice de preços junto do consumidor. Ou seja, em 2008, 2009 e 2010, o MJ teve de desembolsar, no total, perto de dez milhões de euros.

 
Esta perda de milhões é criticada pelo TC no relatório ontem divulgado, datado de 7 de Outubro, onde são apresentados os resultados de uma auditoria ao Instituto de Gestão Financeira e de Infra- -Estruturas da Justiça (IGFIJ), a entidade que gere os recursos financeiros do MJ. Em causa, a conta de gerência de 2008, mas "com extensão a períodos anteriores e posteriores", lê-se no documento.
O caso do EPL é apenas um exemplo do "descontrolo" na gestão do património da Justiça. Segundo o TC, "a gestão do imobilizado, nomeadamente a respeitante ao património imobiliário, com cerca de 1500 imóveis, era, e ainda é, gerida de forma rudimentar". E especifica-se. O TC identificou 16 bens imóveis, no valor de 3 904 601,22 euros , que não se encontravam registados na contabilidade; foram também detectados bens alienados em anos anteriores, no montante de 23 710 860 euro euros, cujo abate não foi contabilizado; foram também alienados imóveis que não constavam do imobilizado do IGFIJ. 
"Estas condicionantes, aliadas à não regularidade/actualidade de registos matriciais, e à ausência de informação atempada e com consistência, destinada ao Gabinete de Contabilidade, de modo a proceder aos registos contabilísticos das aquisições, alienações, amortizações e abates dos imóveis, explicam a ocorrência de imóveis não registados na contabilidade, ou alienados sem registo contabilístico, ou registados no mesmo ano em que foram alienados, ou com registos em duplicado, ou com amortizações inadequadas.", lê-se no documento.

Também os arrendamentos são um caos. "A informação sobre imóveis arrendados pelo IGFIJ encontrava-se dispersa em folhas de cálculo Excel, não existindo um sistema de informação integrado e um conjunto de normas escritas que assegurem a qualidade da informação", diz o relatório, lembrando que o MJ era arrendatário de 388 imóveis no montante de 3,3 milhões de euros mensais, onde se inclui 1,2 milhões pelo Campus da Justiça de Lisboa.

 Ministério da Justiça gere mais de 1500 edifícios.

1. O Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), inaugurado em 1885, situa-se numa zona nobre de Lisboa. Foi vendido em 2006, juntamente com um terreno contíguo, por um valor global de 60 milhões de euros.
2. Os edifícios do Campus da Justiça de Lisboa, inaugurado em 2009, estão arrendados ao Ministério da Justiça por cerca de 1,2 milhões de euros/mês.
3. A sede da Polícia Judiciária (PJ) vai ser recuperada. As obras estão orçadas em cerca de 90 milhões de euros.



quarta-feira, outubro 27, 2010

quinta-feira, outubro 21, 2010

A EVOLUÇÃO só possivel NO PENSAMENTO DUM Sr. PM AO LONGO deste ANO da graça e da desgr....huéeiiiiii!HHHÔOO!




Pode um pensamento evoluir mais que isto ao longo de um ano?
Não, é impossível! Este homem é o maior.............. estadista!!!

Laura Pausini - Ascolta Il Tuo Cuore (Video Ufficiale)

Romantico- mais visto no Mundo - Amor de verdade - legendado

Motivação - Liderança

Liderança & Motivação em momentos de crise - Cenas do Filme Era do Gelo II

Os 10 Mandamentos do Líder

terça-feira, outubro 19, 2010

Orçamento do Estado




O Governo fala em cortes nas despesas (mas não dizem quais, para além da decisão -fácil- de reduzir os salários dos ditos "funcionários públicos"...), e aumentos de impostos (a pagar pelo "Zé povinho").

Não se ouviu foi nenhum governante falar em:

. Redução drástica do número de deputados da Assembleia da República, bem como dos seus gabinetes, e profissionalizá-los como no estrangeiro. (A esmagadora maioria dos deputados é dispensável... As finanças portuguesas só ganhariam com isso e o país nem daria pela falta deles!).

. Reforma e redução drástica das mordomias vigentes na Assembleia da República (como almoços com digestivos a € 1,50. Equiparar as regalias dos deputados portugueses por, exemplo, às dos deputados do Reino Unido e/ou da Suécia. E eles são ricos, nós não!...)

. Acabar com os milhares de Institutos públicos que não servem para nada e têm funcionários e administradores (nomeados pelo poder político) muito bem pagos - à custa dos contribuintes - e, por vezes, com 2º ou 3º emprego.

- Acabar com as parcerias público-privadas que tão caro custam aos contribuintes, com as sucessivas "derrapagens" que ascendem a milhões e milhões de euros, anualmente.

- Acabar com a "promiscuidade" entre a esfera política (ou seja, os políticos) e o mundo dos negócios/empresas.

- Acabar com a atribuição de verbas, dos impostos pagos pelos contribuintes, para fundações privadas, por exemplo Fundação Saramago, Fundação Mário Soares, etc. (Se um privado decide criar uma fundação com o seu nome, ele próprio que a financie com o seu dinheiro, não à custa dos contribuintes!)

. Acabar com as empresas municipais, com administradores que auferem milhares de euros mês, que não servem para nada.

- Privatizar os canais públicos de televisão, nomeadamente a RTP, que são um autêntico sorvedouro de dinheiros públicos, com administradores e jornalistas (pagos pelo erário público) a ganharem mais que o Presidente da República.

- Disciplinar e repensar o modelo de funcionamento e de financiamento de organismos como a CP, TAP e outras empresas com capitais maioritariamente do Estado que, anualmente, dão milhões e milhões de prejuízo. (Se só dão prejuízo, ano após ano, privatizem-se e seguramente passarão a dar lucros!... Ou o poder político só opta por privatizar o que dá lucro?!...)

. Redução drástica do número das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia e acabar com o pagamento de € 200, por presença, a cada pessoa que comparece às reuniões das Câmaras e € 75 nas Juntas de Freguesia. (Não fazem mais do que o dever deles!... Imaginem se cada trabalhador português, para além do salário, ainda ganhasse uns "dinheiritos" por ter que se apresentar no local de trabalho!...)

. Acabar com o financiamento aos Partidos políticos.

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, etc, de inúmeros organismos públicos, incluindo as Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam, em uso particular, pelo país.. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia. (Viaturas do Estado, só para deslocações em serviço!)

. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros.

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.

. Acabar com o vaivém semanal dos deputados da Assembleia da República, inclusive os dos Açores e Madeira, e respectivas estadias em Lisboa em hotéis cinco estrelas. (Se não são de Lisboa, arranjem casa na referida cidade. É o que fazem os restantes cidadãos que, quando são deslocados para outro local, por razões laborais, têm que "se virar": ou arrendam casa na terra onde são colocados ou se deslocam diariamente, à sua própria custa, entre o local de trabalho e local onde vivem. Veja-se o exemplo elucidativo dos professores, sempre de um lado para o outro, sem nunca saberem onde irão ser colocados. E ninguém lhes paga hotel, casa ou despesas com as deslocações!...)

. Controlar a assiduidade do pessoal de todos os organismos, centrais, locais, regionais, etc., que são pagos pelo erário público.

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e/ou técnicos, caríssimos, encomendados por entidades públicas a firmas privadas, sejam elas de advogados ou outras. (Os especialistas/técnicos das diferentes áreas técnicas e científicas, bem como os juristas, que fazem parte dos quadros do Estado são mais do que suficientes e capazes de executarem tal tarefa, por uma ninharia - que é o que lhes pagam!...)

. Acabar com acumulação de várias reformas por pessoa, quer do aparelho de Estado, quer no sector privado. (Se o comum dos mortais tem que trabalhar 40 anos e, no mínimo, até aos 65 anos de idade, para ter direito a uma reforma, este princípio deve ser aplicado a todos sem excepção).

. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos (saídos dos impostos pagos pelos contribuintes) ao BPN e BPP.

- Acabar com festas/eventos festivos pagos pelo Estado, bem como com outras despesas supérfluas, em época de "vacas magras", e contenção/moderação, mesmo em períodos de desafogo. (A família real britânica, por exemplo, decidiu não promover quaisquer festividades no Natal).

Assim, poderemos sair do buraco negro em que nos meteram e de onde não se vê qualquer raio de luz, por mais ténue que seja...

Já estamos cansados!... Se o poder político continuar cego e "autista" e não optar por rever todo o sistema vigente, que está podre, a situação, de tão tensa e explosiva que está, acaba por rebentar.

domingo, outubro 17, 2010

Tacho para a cunhada de José Sócrates

Cunhada de Sócrates é assessora na EPALA EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes.

A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.

O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do 'Águas Livres', na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.

A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".

COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! loooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!!

Para quem era precária....de um momento para o outro não é nada mau

É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações..

Eis a razão porque não as extinguem. É aqui que é roubado o nosso dinheiro para dar aos familiares da bandidagem e outros parasitas da partidocracia.
Depois dizem que não há, onde cortar despesas! E que são necessários mais impostos e mais impostos.......

Aguentem saloios !!!!!!!!!!!!!!!

Aguentem pacóvios !!!!!!!!!!!!
O ROUBO CONTINUA!...




Aliás, isto até é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam as leis (para eles , claro)

Exemplo: Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO ... Tadinho !!!!!!!!!!!!!

 
O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.

O próprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa. Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa. Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.
 
Enquanto estes tipos andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios "subsídios de residência", cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio ministério! E isto só em "subsídio"! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos! Esta é a política do desgoverno, dito "socialista"!

sexta-feira, outubro 15, 2010

Imaginem

00h30m

Imaginem que todos os gestores públicos das 77 empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.

Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

 
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

 
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

 
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.

 
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.

 
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam.
Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

 
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

 
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

 
Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido.

 
Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos.

 
Por Mário Crespo.
Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimos ciúmes,
ciúmes de insegurança, tantas vezes inconveniente.

Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem
 sem te presentear com uma passagem para o mesmo lugar.


Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de
ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender
pelo menos naquele momento que mais estamos chateados.

 
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo,
a nova roupa, a nova investida.

Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados.

Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.

 
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos…

Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.

Pois amor que é AMOR, é tudo…
é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.

terça-feira, outubro 12, 2010

Mais uma maravilha da ciência, extraordinário.

Bebé nasce 20 anos depois. Embrião congelado e transferido para útero deu origem a rapaz saudável.
Congelamento suspende envelhecimento das células.Uma equipa de investigadores norte-americanos – do Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, da Faculdade de Medicina de Eastern Virginia, em Norfolk, na Virgínia – conseguiu que uma mulher de 42 anos tivesse um filho saudável a partir de um embrião que permaneceu congelado durante quase 20 anos. O caso foi relatado num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões registava uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há já dez anos. Os médicos descongelaram cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.
Apenas dois embriões descongelados sobreviveram e foram transferidos para o útero da mulher que, ao fim de uma única gravidez, deu à luz um rapaz saudável.

A equipa, liderada pelo pesquisador Sergio Oehninger, disse que não conhece nenhum caso de gravidez em que um embrião humano tenha permanecido tanto tempo congelado.
O congelamento suspende biologicamente o envelhecimento das células e os cientistas defendem que pode permanecer neste estado durante décadas. Até agora, o tempo de maior duração em que um embrião permaneceu congelado antes de ser transferido para um útero e gerado um bebé foi 13 anos, na Espanha.

quinta-feira, setembro 23, 2010

segunda-feira, setembro 20, 2010

Miúdos cada vez mais dependentes e mandões

20 de Setembro, 2010

As crianças portuguesas são cada vez menos livres e menos autónomas, mas capazes de comandar a família, defende a Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), lamentando a falta de tempo e espaço para os mais novos de hoje brincarem.

O presidente da SPP assume a dificuldade em falar do estado da infância em Portugal pela disparidade de realidades, mas considera que a sociedade actual é feita de «adultos egoístas e infantilizados e de crianças sabidas».

 
«O pequeno ditador saiu dos livros para a realidade, hiperactivo e desatento, decidindo os consumos da família, inundado em calorias, com televisão no quarto e playstation move na sala, uma das únicas oportunidades de actividade física», comenta Luís Januário à agência Lusa.

 
Duas décadas depois de Portugal ter ratificado a Convenção sobre os Direitos da Criança, data que se assinala na terça-feira, o pediatra retrata as cidades portuguesas como um obstáculo às brincadeiras na infância.

 
«As cidades foram bombardeadas pela união nacional dos autarcas e dos empreiteiros que liquidaram os quintais, as matas, os olivais, os pinhais, as praças e os terreiros. As ruas e as passadeiras são perigosas e os passeios estão destruídos ou transformados em parque automóvel», descreve.

 
Também o conceito de tempo livre tem sofrido transformações, com a redução dos períodos para brincar e sem que as crianças sejam ouvidas.

Também a psicóloga clínica Lara Constante vê a «demasiada estruturação dos tempos livres das crianças» como uma diferença marcante em relação há 20 anos.

 
«A maior parte das crianças que acompanho tem um horário muito sobrecarregado de actividades, algumas sem um único dia verdadeiramente livre, em que possam brincar como entendam, criar, desenvolver-se», conta.

 
Mesmo os tempos fora da escola são demasiado estruturados. Fica assim a faltar criatividade nas brincadeiras e capacidade para inventar o que se faz no tempo livre.

 
«As crianças tornaram-se também mais dependentes, mesmo nas brincadeiras. Têm mais dificuldade em relacionar-se socialmente e em verbalizar os afectos», acrescenta a psicóloga infantil.

 
Há 20 anos, a vida familiar era diferente e havia uma comunidade próxima mais disponível para ajudar a ir educando as crianças.

 
Actualmente, a sobrecarga profissional dos pais e de muitos avós fá-los ceder mais facilmente à imposição dos filhos, enquanto a culpabilização pela falta de tempo é trocada por presentes: «Nota-se uma grande dificuldade em estabelecer uma sintonia entre mimo versus regras».

 
Contudo, em duas décadas a criança beneficiou também da evolução da sociedade.

 
«O ensino pré-escolar é frequentado por um número cada vez maior de crianças. Entrar numa escola aos três anos traz muitos benefícios, até porque é a altura em que se começa a desenvolver o relacionamento social», refere Lara Constante.

 
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 1990/91 a educação pré-escolar não obrigatória abrangia cerca de metade das crianças entre os três e os cinco anos, enquanto em 2007/2008 já cobria 80 por cento.
Luís Januário alerta porém que há pouco de comum entre uma criança de um colégio privado no Porto ou Lisboa e outra cuja escola encerrou numa aldeia em Lamego.

«Há pouco em comum entre uma das 10 mil crianças institucionalizadas e uma outra vivendo com uma família que a estima. Entre uma criança com os pais desempregados e outra com pais economicamente estáveis. Entre um filho de emigrantes de uma minoria linguística e outro cujos pais escrevem em português segundo o novo acordo ortográfico. Entre uma criança negligenciada ou maltratada e outra que é acarinhada», exemplifica.



Lusa / SOL

sexta-feira, agosto 27, 2010

Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35 mil euros - DIVULGUEM!!!

Eu já usei esse direito. Um dia, sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto muito bem apresentado com uma broa deliciosa. No final apresentaram-me a conta, onde o dito cujo era mais caro que a refeição. Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a importância da factura.
Economia

Maioria dos consumidores desconhece

Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório
Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multa e até pena de prisão

Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.

O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».

O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».

Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».

Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros

«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.

Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4)

O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»

Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.

Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».


DIVULGUEM !!! E NÃO PAGUE .

sexta-feira, agosto 13, 2010

JUSTIÇA A PRÉMIO

A crise na Justiça, em brasa após o despacho do Freeport, é um dos temas centrais do discurso de Passos Coelho na Festa do Pontal, amanhã à noite, em Quarteira. Por outro lado, a derrapagem na execução orçamental será apontada contra Sócrates, nesta rentrée do PSD.

 
Também sobre a actual situação da Justiça em Portugal, Rui Alarcão, membro do Conselho Superior do Ministério Público designado pelo ministro da Justiça, defende que este órgão deve reunir o mais depressa possível. «A actual situação do MP, com problemas muitos graves, justificaria uma reunião extraordinária do Conselho» – afirmou ao SOL.

Num dos casos da actualidade, as razões que levaram Cândida Almeida, directora doDepartamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), a fixar o dia 25 de Julho como prazo limite e «definitivo» para a investigação do caso Freeport – apesar de ainda estarem pendentes várias diligências, como a inquirição do primeiro-ministro, José Sócrates – estão por explicar. Segundo o SOL apurou, no processo não consta qualquer despacho que fundamente aquela data e o despacho final dos procuradores titulares do caso adensam o mistério.

À margem do processo, houve foi uma troca de ofícios com a Procuradoria-Geral da República, em que Cândida Almeida alega que a 25 de Julho o inquérito deixaria de estar coberto pelo segredo de justiça. No entanto, segundo fontes judiciais explicaram ao SOL, «o fim do segredo de Justiça não impedia que o inquérito continuasse».



paula.azevedo@sol.pt, manuel.a.magalhaes@sol.pt e helena.pereira@sol.pt

 A falta de credibilidade dos diversos Agentes da Justiça, - todos eles NOMEADOS pelo Poder politico -, é o maior a e mais grave problema que a Justiça enfrenta nos últimos 800 anos na Historia de Portugal.

È evidente e lamentavel que a Justiça tenha varios pesos e várias medidas e várias velocidades - responsabilidade das herarquias e dos decisores, Magistrados do Ministério Publico e Juizes, e do poder politico e da area geografica -, mas o POVO sem cultura, sem ATITUDE, comodista e que só fala mas não morde, leva-nos a todos para este buraco sem fundo.

Podemos atribuir responsabilidades e muitos, mas a culpa é de todos nós que permitimos que tudo isto aconteça.

Lembrem-se que as coisas não aconteçem  só aos outros, aconteçe a nós tambem, é uma questão de tempo.

Isto toca a todos nós !!!, Amanhã é tarde demais...

quarta-feira, agosto 04, 2010

Férias judiciais não são férias dos juízes, procuradores e funcionários da justiça

Sócrates quis reduzir as férias judiciais. Depois de muita tinta, ficou um mês e meio de paragem. Mas as portas dos tribunais não fecham


Nem toda a justiça portuguesa vai a banhos entre 15 de Julho e 31 de Agosto. Processos urgentes, como os casos em que os arguidos estão presos, não param durante no período de férias judiciais. A maioria dos prazos processuais ficam suspensos e, segundo a lei, é nesta altura que os operadores judiciais (juízes, magistrados do Ministério Público, funcionários da Justiça) devem tirar férias.
A confusão instalou-se no início do mandato de José Sócrates em 2005. Anunciou que ia reduzir as férias judiciais de Verão de dois meses para apenas um. A ideia que passou para a opinião púbica foi que os magistrados e funcionários judiciais tinham férias nesse período, e, logo, substancialmente mais tempo de paragem do que o cidadão comum.

 
Mas, desde sempre, que juízes, procuradores e funcionários judiciais têm apenas 25 dias úteis de descanso e devem, segundo a lei, gozar as mesmas preferencialmente no período das férias judiciais. A associação sindical dos juízes esclarece que "o período de suspensão da actividade dos tribunais para os actos processuais não urgentes, designado de férias judiciais, nada tem a ver com a duração das férias profissionais dos juízes, dos procuradores ou dos funcionários, que é apenas, como sempre foi, o legalmente previsto para todos os funcionários do Estado".

 
Segundo as indicações do Conselho Superior da Magistratura (CSM), os juízes devem gozar as suas férias "preferencialmente, durante o período das férias judiciais", ou seja, de 22 de Dezembro a 3 de Janeiro, do domingo de Ramos à 2.ª feira de Páscoa, de 1 a 31 de Agosto ou de 15 a 31 de Julho. Em períodos diferentes só "por motivo de serviço público, justificado ou outro legalmente previsto".

 
A definição deste modelo pelo CSM é criticada por vários juízes. Ou seja, e conforme escreveu Edgar Taborda Lopes, vogal do CSM: "Se o Governo tivesse utilizado a expressão regulamento, ninguém teria dúvidas em afirmar que tal delegação de competências seria inconstitucional, porque o CSM não se integra na Administração Pública, enquanto tal". A forma de contornar o assunto foi, para o vogal, substituir a palavra regulamento por modelo.

 
Absurdo, as férias judicias não significam então que os tribunais fecham de 15 de Julho ao final de Agosto.

O presidente do sindicato dos funcionários judiciais, Fernando Jorge explicou ao i que mesmo em processos simples, como as detenções por condução sob o efeito do álcool, "se houvesse uma detenção a 16 de Julho, e os tribunais fechassem as portas, por absurdo, o condutor estaria detido um mês e meio".
Há processos com arguidos presos preventivamente que têm que seguir o seu caminho, há diligências no âmbito dos processos que não podem ser interrompidas e, por exemplo, uma providência cautelar pode exigir advogados, magistrados e funcionários judiciais. E estes estão no tribunal, ao contrário do que o PS deixou transparecer para a opinião pública em 2005.

 
Mas as férias judiciais têm que continuar a existir, sob pena dos advogados nunca poderem gozar períodos de lazer. É nesta altura em que a maioria dos prazos estabelecidos por lei deixam de correr, o que permite aos juristas que não estejam envolvidos em processos urgentes, interromper a prática da advocacia.
 
por Augusto Freitas de Sousa , Publicado em 04 de Agosto de 2010, in jorrnal I

segunda-feira, agosto 02, 2010

Para fazer alguém feliz é necessário mantê-lo ocupado

Para fazer alguém feliz é necessário mantê-lo ocupado


Estudo publicado no jornal da Association for Psychological Science, 2010-07-29.

As pessoas correm para evitar o ócio.

Segundo a mitologia grega, os deuses castigaram Sisyphus, condenando-o a fazer deslizar uma rocha por uma íngreme colina para a eternidade, mas foi melhor do que deixá-lo apenas sentado num espaço até ao fim dos tempos, de acordo com o estudo dos investigadores da Universidade de Chicago.

A investigação foi publicada no jornal da Association for Psychological Science.
Os autores da investigação defendem que quem tem alguma coisa para fazer, mesmo que seja algo sem importância, é mais feliz do que aqueles que ficam de braços cruzados. Na sociedade moderna, “a ideia geral de estar interessado em alguma coisa é porque as pessoas estão ocupadas a fazer o que têm de concretizar no dia-a-dia”, explica Christopher K. Hsee, co-autor do estudo, em parceria com Adelle X. Yang, da mesma instituição e Liangyan Wang, da Universidade de Shanghai Jiaotong.

“As pessoas correm numa azáfama desmedida, trabalhando duro, muito para além do nível básico da sua necessidade. Existem razões óbvias, como dinheiro, conseguir fama, ajudar os outros, etc”. Mas, Hsee diz, que há algo mais profundo: “Temos excesso de energia e queremos evitar o ócio”.
Ir mais longe para não esperar

O estudo foi baseado na realização de questionários a um grupo de voluntários. Após preencherem o primeiro, estes tiveram de esperar 15 minutos até ao segundo. As opções eram deixar o inquérito concluído num local próximo e esperar o tempo restante ou deixá-lo num sítio mais distante, onde andar para trás e para frente seria uma forma de mantê-los ocupados durante os 15 minutos. A recompensa era um doce, do mesmo género em qualquer das hipóteses escolhidas. Os voluntários que optaram por permanecer ocupados mostraram-se estar mais felizes do que os que escolheram ficar à espera.
Nem todos optaram por se deslocarem para o local distante. Como os doces oferecidos em ambos os destinos eram os mesmos, alguns indivíduos mostraram-se mais propensos a ficar à espera. Mas caso os doces fossem diferentes, inclinavam-se para a localização distante, para poderem justificar a viagem, referem os cientistas.

Para Hsee, as pessoas gostam de estar ocupadas, e de justificarem aquilo que fazem em benefício da sociedade. “Se conseguirmos conceber um mecanismo para pessoas ociosas, de forma a levá-las a exercer uma actividade é melhor do que o excesso de tarefas". O próprio investigador já é conhecido por dar aos seus assistentes de investigação tarefas inúteis, quando não têm nada para fazer e justifica que é melhor do que estarem sentados no escritório, entediados e deprimidos. “Pode não ser muito ético, mas estão felizes”, revela.

sexta-feira, julho 30, 2010

Young Entrepreneurs Networkers



Soube que a Universidade de Aveiro desenvolveu, em conjunto com a Câmara  Municipal ou a entidade gestora do seu Estádio (não sei detalhes e não encontrei informação em tempo útil), um concurso através do qual desafiou os estudantes a propor soluções de viabilização do referido Estádio. Não me deterei aqui sobre quem ganhou, concerteza com um excelente projecto, mas sobre a iniciativa. Tudo nela me soa bem!
Logo à partida, tem o mérito de colocar umas boas dezenas de jovens dedicados à criação de ideias, para um problema de solução difícil.

Promove-se o tão falado empreendorismo! Já agora, note-se que logo à entrada na escola, a criança começa a ser formatada para não ser nada empreendedora: o céu é sempre azul, as árvores são verdes, niguém conhece a imagem de deus ou do diabo, etc., etc. Depois, quando entram nas universidades tenta-se a todo o custo que sejam inovadoras, criativas, que corram riscos e lá voltam os jovens (que nunca mais serão tão criativos como aos 4 aos 5 ou aos 6 anos) a fazer mais um cursinho que os ajuda a promover o espírito empreendedor. (A este propósito Sir Ken Robinson é brilhante: vejam-se as suas conferências através de www.ted.com “Ideas Worth Spreading”.) Bom, os jovens começaram então a criar as suas soluções para o dito Estádio e assim surge o segundo grande mérito: o envolvimento da comunidade na solução dos seus próprios problemas, ao invés da tentativa de solução à porta fechada.

Sabemos também que muitos em conjunto pensam muito mais do que muitos individualmente, por isso, diz-se que o todo é maior que a soma das partes. Claro que dezenas de jovens a ter que pensar efectivamente sobre um problema (e não apenas criticá-lo na mesa do café), é muito mais produtivo e rentável do que meia dúzia de pareceres de individualidades de competência indiscutível. Para além de ser a “custo zero”.
Envolvida a comunidade, posta a universidade a pensar, o único risco que se corre é que de facto surja uma boa ideia. Parece que foi o que aconteceu! Parabéns Aveiro por esta iniciativa.“Nós por cá”, assistimos ao longe à novela UDL / Leirisport e aguardamos que uma solução seja encontrada, qual Rei D. Sebastião, em noite de nevoeiro. Não acredito que o D. Sebastião por aí ande mas menos ainda acredito numa solução milagrosa para o Estádio. E note-se que esta afirmação nada tem a ver com quem está ou não está na sua gestão: o problema do Estádio ultrapassa a capacidade de resolução das pessoas que nele estão envolvidadas. O problema do Estádio só pede soluções criativas, inovadoras, rentáveis, apelativas, mobilizadoras. Eu não as tenho mas acredito que muita gente tenha ideias interessantes que podem ser transformadas em projectos viáveis. Porque não copiar Aveiro?
Porquê é que temos que ser sempre nós a inventar aquilo que já foi inventado por outros? Porque não replicamos boas práticas? Porque estamos sempre à espera do nosso momento “Eureca” e não aproveitamos o dos outros?
Hoje em dia, parece-me que pouco há para inventar. Há sim projectos criados, testados, bem sucedidos, que devem ser replicados tanto quanto possível e respeitando as singularidades de cada cidade, de cada espaço, de cada comunidade.

A mim, não me chocava nada ver no jornal: “Vamos fazer o que os outros já fizeram” (ao contrário do P. Abrunhosa)! Desde que tenha sido bem feito! Porque não? O Conde de Sandwich inventou a sandes no Século XVIII (dizem...) e nós continuamos a comê-la!

Patrícia Ervilha


Visite Young Entrepreneurs Networkers em: http://www.yenportugal.com/?xg_source=msg_mes_network